Cordas e Teoria M

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Stephen Hawking

“Quando alguém me pergunta se Deus criou o universo, eu digo a pessoa que a pergunta não faz sentido. O tempo não existia antes do Big Bang, então não houve um tempo para Deus criar o Universo. (…) Cada um de nós é livre para acreditar no que quiser e a minha resposta mais simples é: Deus não existe. Ninguém criou o Universo e ninguém comanda a nossa fé. Isso me leva a uma conclusão profunda: provavelmente não existe o paraíso nem vida após a morte. Temos só esta vida para apreciar a grandeza do Universo e, por isso, eu sou extremamente grato”.

 

 

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Modelo padrão

Para a Ciência, após o Big Bang, existia apenas uma força única (Superforça); todavia, à medida que o Universo foi arrefecendo, ela separou-se nas 4 forças  fundamentais da natureza, tais como as conhecemos hoje: gravidade, eletromagnética, a  força forte e a fraca do núcleo dos átomos.
A partir do momento que o universo começou a se expandir, a força do campo de Higgs entrou em ação por meio do bóson de Higgs e as partículas ganharam massa, dando origem ao ar, as estrelas, a terra, e, acima de tudo, e principalmente, a mulher.

 

 

lhcLHC (Large Hadron Collider)

Os físicos, como os paparazzi de celebridades, estão sempre interessados em flagrar as interações mais íntimas no interior da matéria. Atualmente, no LHC, do Cern, o maior laboratório de física da Europa, em Genebra, na Suíça, os cientistas estão acelerando os hádrons (prótons) a altas velocidades e direcionando-os para chocarem-se uns contra os outros, para produzirem pequenos big bangs. Em julho de 2012, o bóson de Higgs finalmente deixou a sua assinatura nas placas detectoras do LHC. Ele era a partícula elementar que faltava para completar a arquitetura teórica do Modelo Padrão, a representação mais acabada do mundo subatômico. Sem o bóson de Higgs não existiria matéria, nem vida, e esse bípede surgido na savana africana há 100000 anos, que vos escreve, não estaria, aqui, na Acrisart, postando essas macaquices (heheheheh !!!).

 

 

tguTeoria do Tudo ou TGU (Teoria da Grande Unificação)

Einstein foi o primeiro na busca de uma “teoria unificada” para explicar e conectar em uma só estrutura teórica e matemática todas as forças da natureza. Levou uma parte de sua vida tentando colocar de pé uma teoria que unisse a gravidade e a força eletromagnética. Não conseguiu, mas vários físicos deram continuidade ao seu trabalho;
Stephen Hawking, nos últimos 30 anos, busca juntar numa mesma estrutura lógica as duas maiores conquistas do pensamento do século XX – a teoria da relatividade de Einstein, referente aos fenômenos cósmicos, e a mecânica quântica, que estuda as relações que ocorrem no mundo menor que o átomo – mas ainda não obteve êxito;
Hoje é a Teoria das Cordas que assume-se como a maior candidata a uma Teoria de Tudo. Ela é vista pelos físicos como a principal teoria para explicar o universo inteiro, desde o surgimento do Big Bang até o possível final do universo (Big Crunch).
Obs:. Em matéria de Física, Albert Einstein é o cara. O pai da Teoria da relatividade ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1921; foi eleito pela Revista Time a “Personalidade do Século XX” e, ainda, ganhou um elemento na Tabela Periódica em sua homenagem, o Einstênio.

 

 

dadosDuelo de Titãs

Einstein: “Deus não joga dados com o Universo”.

Niels Bohr: “Parem de dizer a Deus o que fazer com os seus dados”.
Desde o início, A. Einstein, o pai da Teoria da Relatividade Geral, e N. Bohr, o papa da Física Quântica, não se entendiam. Nem mesmo suas teorias (ambas são antagônicas na medida em que a relatividade explica coisas muito grandes, como o universo, e a quântica explica as coisas bem pequenas, como partículas subatômicas).

Obs:. Bohr achava que o Universo era tão imprevisível como um lance de dados. Einstein rebateu essa visão com a sua lendária frase: “Deus não joga dados com o Universo”. Ele quis dizer que, em um nível fundamental, a física não pode ser probabilística. Niels Bohr pensou ver uma falha no raciocínio de Albert Einstein e disse, “parem de dizer a Deus o que fazer com seus dados”.

 

 

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Teoria das cordas

O que é eterno, Yayá Lindinha? Ingrato! é o amor que te tenho.

Todo acontecimento no universo, desde a espiral majestosa das galáxias, o nascimento de uma estrela, a dança frenética das partículas subatômicas, até o Amor que move o Sol e as demais estrelas, nada mais é do que quatro forças da natureza interagindo com a matéria. Unificar essas forças do universo, numa única teoria, tornou-se o Santo Graal da Física Moderna. E, agora, a teoria das cordas vem e diz, gravidade, mecânica quântica e o eletromagnetismo juntam-se todos em um pacote, a Teoria do Tudo.

 

 

teoria-cordas-2“Mundo em 10 dimensões” de Michael Green e John Schwartz (1989).
AS PARTÍCULAS
Pensou-se desde o começo da Física que a matéria era feita de partículas. Por anos, isso tem sido uma matéria de fé: toda a matéria do Universo é feita de partículas pequenas e invisíveis.
Depois de dividir o átomo em prótons, nêutrons e elétrons, os cientistas ainda puderam dividir os prótons e nêutrons em quarks.

AS CORDAS
A Teoria das Cordas proclama que os quarks e os elétrons são na realidade filamentos unidimensionais vibrantes, a que os físicos deram o nome de cordas. As cordas são, assim,   pequenos pedaços de energia vibrando como as cordas de um violoncelo. E, da mesma forma que as cordas de um violoncelo podem vibrar em frequências diferentes, fazendo todas as notas musicais individuais, as minúsculas cordas da Teoria das Cordas vibram e dançam em padrões diferentes, criando todas as partículas fundamentais da natureza. Então, a única diferença entre as partículas que compõem EU e VOCÊ, e as demais partículas que transmitem gravidade e as outras forças, é a forma como essas cordas minúsculas vibram.

 

 

teoria-cordas-3De repente, os físicos descobrem por analogia que o Universo é uma grande sinfonia e as leis da física são harmonias de uma supercorda. A teoria foi chamada de Teoria das Cordas. É uma teoria simples, bela e elegante.
AS DIMENSÕES EXTRAS
O problema é que até agora não se avistou nenhuma experiência que possa provar que esses minúsculos filamentos existem. E, ainda, o que torna a teoria das cordas mais difícil  de provar é que para funcionar as equações complexas exigem uma coisa que parece saída  da ficção científica: dimensões extras de espaço. A Teoria das Cordas estava convencida de  que havia um total de 10 dimensões. Se você tivesse uma corda vibrante, ela deveria ter  espaço suficiente para vibrar apropriadamente e quando alguém trabalha isso  matematicamente descobre uma resposta bastante clara. Deve haver 10 dimensões no espaço (uma dimensão de tempo, as 3 dimensões espaciais familiares e 6 dimensões extras, que se enrolam de forma tão minúsculas que ficam completamente invisíveis).

 

 

teoria-m-1Teoria M (Mestre, Membrana)

“Universos múltiplos em 11 dimensões” de Edward Witten (1995).

Em 1995 existiam nada menos do que 5 Teorias das Cordas disputando a sua hegemonia no mundo científico. Coube ao matemático e físico norte-americano, Edward Witten, em uma palestra, dar uma perspectiva totalmente nova sobre o assunto. Assim, as 5 teorias passaram a ser 5 maneiras diferentes de ver a mesma coisa. A Teoria das Cordas foi finalmente unificada e recebeu o nome de Teoria M.
Mas essa unificação teve um preço: antes da Teoria M as cordas pareciam operar em um mundo com 10 dimensões; depois, a Teoria M foi além, exigindo outra dimensão espacial, elevando o número total para 11 dimensões. Essa dimensão extra que Witten acrescentou permitiu que uma corda se esticasse e formasse algo como uma membrana. Isso foi uma revolução na Teoria das Cordas.

 

 

teoria-m-2O que aconteceu com as cordas? Elas esticaram e se combinaram. As cordas pequenas e invisíveis da Teoria das Cordas que se supunham seriam os blocos fundamentais de toda a matéria do Universo, são, agora, com a adição da décima primeira dimensão, membranas. A conclusão surpreendente é que toda a matéria do Universo esta conectada a uma vasta estrutura: uma membrana. De fato, todo o nosso Universo é uma membrana.
A teoria é de tirar o fôlego, pois ela tem uma conclusão extraordinária: podemos viver num universo onde a realidade se conjuga com a ficção científica, em um universo com 11 dimensões, com universos paralelos na porta ao lado e um elegante universo composto inteiramente da música das cordas.
Essa teoria é a mais complexa e mais completa já formulada pelos físicos em todos os tempos; não é produto do trabalho de apenas uma pessoa, mas sim de toda uma classe de cientistas. A Teoria M reconhece que o universo não pode ser explicado matematicamente se não for admitido à existência de outros universos paralelos ao nosso.

 

 

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Cordas vibrantes, superpartículas, dimensões extras e universos paralelos. Esses são os pontos que a Física do século XXI vai se debruçar nos próximos anos. É uma visão surpreendente e em poucos anos as experiências podem começar a nos dizer se algumas dessas ideias estão certas ou erradas. Uma coisa é certa: a comunidade científica mundial está à beira de uma nova revolução. E ela passa, sem dúvida, pelo LHC, do laboratório  CERN, em Genebra, na Suíça.
Uma nova área para o conhecimento humano está prestes a virar a esquina – A teoria de Tudo, sonho de Einstein, talvez, está prestes a deixar-se conhecer.

 

 

odisseiaIsso tudo é ciência ou ficção científica? Afinal, a Teoria M é uma teoria da física ou uma filosofia? Uma miragem da ciência e da matemática ou a definitiva Teoria do Tudo?
“Nós precisamos da incerteza. É o único modo de prosseguir”.

Leon Lederman (Nobel de  Física de 1988).

211 thoughts on “Cordas e Teoria M

  1. Enio Grossi

    Muitos esperam que a Teoria M seja a base da TEORIA DE TUDO. Mas, por outro caminho, acabei elaborando uma TEORIA DA TOTALIDADE CÓSMICA. É certo que, em meus comentários, em vários deles, passei ideias duvidosas. No tocante às causas do ferromagnetismo, do diamagnetismo e do paramagnetismo, obtive explicações mais objetivas. – Trabalhei com o DESCONHECIDO. Não trabalhei com o relativo,, mas com o ABSOLUTO. – Busquei a causa da inércia, da gravitação, da atração e repulsão elétrica e magnética, da atração e repulsão entre partículas com a participação de um bóson. Em meu modo de ver, todo e qualquer evento acontece por alguma causa mecânica. – A Psicologia, a Sociologia e a Antropologia devem ser integrantes da Física. Assim como a Biologia e a Química. – Meus agradecimentos ao autor do blog e ao leitores.

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  2. Ênio Del Grossi

    Ao sugerir que no encontro entre matéria e antimatéria ocorre um esfacelamento de ambas pelo choque mecânico deparei-me com um impasse. O único meio de resolvê-lo é admitir que partícula positiva e antipartícula negativa tem a mesma natureza de massa. Daí o esfacelamento. Partícula negativa e antipartícula positiva, mesma estrutura de massa. Então partículas de sinais diferentes, diferentes naturezas de massa Também antipartículas opostas, massas diferentes de ambos os polos. Assim não se anulam. Essa foi uma saída para justificar a natureza mecânica da anulação de partícula e antipartícula quando se encontram.

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  3. Ênio Del Grossi

    A religião trará a prometida paz ao mundo? Ou a futura paz ficará a cargo da tecnologia? Especula-se, para num futuro não tão distante, o controle do comportamento humano e animal. Trata-se de controle de cérebros à distância. Desse modo a agressividade dos animais violentos deve ser reduzida. A ambição desmedida e a megalomania de certos indivíduos deverá ser moderada. Supõe-se um sistema de controle análogo à MATRIX. Esse sistema MATRIX poderia ser monitorado por algum humano ao invés de um androide.

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  4. Ênio Del Grossi

    Admitindo a Psicologia e a Sociologia como integrantes da Física, cientifica-se de polarizações que acontecem por motivos mecânico/físico. Há algum tempo estudei algo sobre a importância do título de DOUTOR. Incrível! Quando uma pessoa é consagrada em sua área esse título é descartado ou desprezado. Alguém já ouviu falar em Doutor Albert Einstein? – Ele é apenas Albert Einstein ou, simplesmente, Einstein. O mesmo com Feymnan. – Doutor Barack Hussein Obama? – Simplesmente Obama! A polarização leva uma pessoa que atinge patamar muito elevado a polarizar com posições modestas. Analisando isso vamos perceber que a causa de tudo isso é puramente física (energética).

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  5. Ênio Del Grossi

    A Terra em seus movimentos acompanha o Sol e a rota galáctica. Movimento da Via Láctea – 550 km/s / movimento translativo do Sol – 251 km/s / movimento da terra ao redor do Sol – 30,2 km/s / rotação da Terra no Equador – 465 metros por segundo. -/-/- Isso parece ser uma lei mecânica: quanto mais linear é o movimento, maior a velocidade e quanto mais secundário o movimento, menor a velocidade. -/-/- Então numa nave em super aceleração, as peças de um relógio movem-se mais lentamente, presume-se. Até mesmo num relógio atômico. Isso põe em xeque todas as teorias conhecidas?

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    1. Adailton Galvão Maia

      Gostaria de entrar em contato com você Ênio Del Grossi, por favor. Meu contato é: (97)984178784.

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  6. Ênio Del Grossi

    Se nos focarmos na mete de obter um computador para cegos A DURAS PENAS chegaremos lá. Mas não seria mais fácil trabalharmos na construção de globos oculares artificiais revestidos de material anti-alérgico? Seria a cura definitiva da cegueira. Caso o problema ocorra no nervo ótico, a solução seria o implante de fibra nervosa artificial. Parece que tal fibra nervosa já existe.

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  7. Ênio Del Grossi

    Ideias que parecem loucura perambulam pelos ambientes da ciência. Daí surgem invenções que justificam a “loucura”. Alguém já pensou em um computador a ser utilizado por deficientes visuais? Uma tela que possibilite leitura em braille e identificação de figuras e fotos mediante interpretação de saliências? Isso é difícil. Mas é impossível? – A tela do monitor, além de painel com pixels, tem uma fina camada de gel semi solidificado, sendo revestida de uma película flexível para proteger a mão do usuário. O hardware e os softwares devem ser outros. Os sinais emitidos devem ser mais fortes para provocar saliências na tela. Depende de muita pesquisa: na química, materiais flexíveis para saliências – na Física, como produzir sinais mais fortes a fim de produzir saliências. Provavelmente seria necessário outro padrão de fibra ótica para Internet. Seria mais fácil uma cura total para a cegueira que um computador destes?

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  8. Ênio Del Grossi

    Teorias conspiratórias falam sobre uma elite global que controla o mundo. Conspirações à parte, mas ambição não falta entre nós humanos. Se alguém tem o controle, este está longe de ser amplo e total. É apenas parcial. Ainda não há tecnologia para se obter o controle total. Os que desejam dominar precisam de uma nova tecnologia. Para isso uma outra Física. Não se pode avançar para o futuro ainda acreditando que o burro “puxa” a carroça. Também não é possível uma teoria de tudo sem conhecer a real dinâmica das forças. Infelizmente o mais simples não queremos aprender.

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  9. Ênio Del Grossi

    A 240 mil quilômetros por segundo, 60 segundos se reduzem a 36 segundos. No grande veículo contendo uma roda girante a 60 r. p. m., considerando que nessa velocidade o tempo é mais vagaroso, em 60 segundos obteremos 100 rotações (100 r. p. m.). Nesse caso prova-se que a Teoria da Relatividade está correta. Mas se o número de rotações cair para 36, trata-se de desaceleração dos giros por motivo mecânico. Isso pode invalidar a grande teoria. Enfim, são necessários testes. Os cálculos foram feitos assim: aplicando-se a fórmula conhecida temos: 60 x 0,6 = 36 e 60 : 0,6 =100.

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  10. Ênio Del Grossi

    O relógio atômico é o mais preciso que existe. Mas podemos provar que a precisão é cem por cento absoluta? Em caso de super aceleração, a mecânica das partículas subatômicas não se altera? Os spins não são alterados? – Então contamos com as possibilidades de validade ou invalidade dos preceitos de Lorentz, Poincaré e Einstein. Precisamos pensar muito, precisamos de muita perícia. Em tal veículo a roda tem que continuar no mesmo ritmo de rotação. Se tal ritmo cai, não é o tempo que é distorcido. Trata-se de questão de ordem mecânica.

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  11. Ênio Del Grossi

    Num grande veículo encontra-se uma mesa. Nessa mesa uma roda girando a 60 rotações por minuto. Sendo esse veículo é acelerado a 240 MIL quilômetros por segundo, espera-se que a roda continue com 60 r.p.m. – Mas se a rotação de tal roda baixar para 36 r.p.m., a teoria da relatividade é questionável. Se isso acontecer significa que na aceleração o relógio passa por retardamento por motivo mecânico. Se realmente o tempo é alterado, o número de rotações por minuto não é alterado. Este é um questionamento muito sério…

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  12. Ênio Del Grossi

    Já ouviram falar de CURA RECONECTIVA? Isso foi criado pelo Dr. Erick Pearl, quiropraxista. Trata-se de física quântica aplicada? É pseudociência? Explora-se o efeito placebo? – Se o que se anuncia é real, existe explicação? É só querer, que encontramos explicação para tudo! – O canalizador de forças atua sobre um paciente há um metro de distância e o resultado é quase instantâneo. O terapeuta canalizador estando aqui e o paciente em Salvador, a reação também é quase instantânea. Alguém pode dizer INSTANTÂNEA, mas não acredito existir no mundo um relógio de precisão absoluta. Nem o relógio atômico! – Acontece que o tal fluxo para chegar em Salvador tão rápido quase em tempo zero, na trajetória, penetra em outro universo, respeitando a velocidade da luz, que em tal universo é bilhões de vezes mais veloz que a nossa luz. De qualquer forma a velocidade da luz é respeitada. -/- Ou será que tudo isso é simplesmente efeito placebo? Ou sugestões hipnóticas?

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  13. Ênio Del Grossi

    Para se elaborar uma teoria sobre tudo é necessário observar a lei básica do movimento. – Essa lei se refere ao conceito de empurrar e puxar (não observada nos âmbitos científicos). – O puxão é real apenas no efeito pinça com duas forças para segurar e a terceira força efetua o puxão. Na maioria das vezes quando “puxamos” estamos empurrando para cá. Por falta de observância dessa lei não podemos confiar em qualquer teoria. Conforme observei ela nunca é violada. Nem mesmo no banco de memória de um computador. Nem no sistema de consciência e sensibilidade do cérebro humano. Nem numa reação química. Nem na atuação dos genes na hereditariedade. Nos fenômenos bizarros da Física Quântica essa lei não é violada. Numa suposta atração, normalmente, algo é empurrado para se atrair ou puxar.

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  14. Ênio Del Grossi

    Foi descoberto que o setor do cérebro responsável pelo efeito placebo é o giro frontal médio. Nas pessoas aparentemente curadas esse setor é super ativado. No caso de um pesquisador, conforme sua crença, determinar a existência ou não de uma partícula, estamos suspeitando que o giro frontal médio seja o emissor de energia para tal. No caso de admitir a existência suspeitamos da prensagem da energia do foco mental com a energia presente no espaço. Seria o giro frontal médio o responsável pelo fenômeno potergeist? – Hoje se sabe que não há participação de espíritos sofredores nem demônios. Alguma pessoa em desequilíbrio presente na casa é quem proporciona tais perturbações. O problema é com a pessoa. Não é a casa que está “assombrada”. Será que se, um dia, aprendermos a controlar o giro frontal médio, consigamos remover montanhas, como sugere as escrituras? É muito prá cabeça? Qual o limite entre ciência e pseudociência?

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  15. Ênio Del Grossi

    0,000000031 dividido por ele mesmo ao quadrado resulta em número GRANDE demais. Não pequeno como mencionei. Esse número deve equivaler à energia em joule do átomo de chumbo. O resultado é 32.258.064,52. Então sentimos a necessidade de admitir que E dividida por E ao quadrado produzindo resultado igual ou maior que 01, o foco mental determina existência ou não de certa partícula. Se o resultado é menor que 01 o foco mental não tem força.

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      1. Ênio Del Grossi

        Acristino: – agradeço a você pelos votos de um natal feliz e… para você e para todos os visitantes deste site, um ótimo ano de 2017.

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  16. Ênio Del Grossi

    Se dividirmos o número de joules de um átomo de chumbo pelo mesmo número ao quadrado, obtermos um número pequeno demais. Então acreditamos que nenhum elemento químico serve de paradigma. O mais viável é admitir que o resultado de E dividida por E ao quadrado deve ser igual ou superior a 01 para o foco mental determinar a existência ou não de uma partícula. Sendo inferior a 01 o foco mental não consegue determinar. Afinal um número fracionário dividido por ele mesmo ao quadrado resulta em número maior que 01. Já 03 dividido por 03 ao quadrado resulta em número menor que 01. Enfim, dá-se um jeito em tudo… Querendo, encontra-se explicação para tudo…

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  17. Ênio Del Grossi

    Você pensa: – “esta partícula existe”. A energia de seu foco mental determina sua existência. – Um grama de chumbo serve como paradigma para avaliar o potencial do foco mental? O número de átomos encontrados em 01 grama de chumbo é 2,90 multiplicado por 10 elevado a 21. Isso é 90.000.000.000.000 joules. Fazendo as contas um átomo de chumbo tem o potencial energético de 0,000000031 joule. Se isso serve de paradigma, aplicando a fórmula E sobre E ao quadrado, o resultado sendo inferior a 0,000000031, o foco mental não determina a existência do ambicionado corpúsculo. Ou devemos adotar outro paradigma?… Onde vamos parar?… Será que isso dá certo?…

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  18. Ênio Del Grossi

    Focando apenas a localização da partícula, a tendência de nosso foco mental é de segurá-la. Como é difícil segurá-la totalmente, ela vai diminuindo progressivamente sua velocidade. Então a velocidade é indefinida. Não pode ser avaliada. Só pode ser percebida a sua localização.

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  19. Ênio Del Grossi

    Tentando conhecer a localização e, ao mesmo tempo, a velocidade de uma partícula, sugerimos para ela prisão parcial e liberdade parcial. Segurando-a, sua velocidade decai progressivamente. Mas ela sendo parcialmente solta, expande-se. Então se conhecemos a velocidade não sabemos sua localização. Se a localizamos não conhecemos sua velocidade.

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  20. Ênio Del Grossi

    Quando focamos somente a velocidade de uma partícula, ela se torna livre. Isso porque nosso foco mental afasta energia externa que circunda a partícula. Livre de pressão externa, ela começa a se expandir indefinidamente, tendendo a ocupar todo o espaço possível. Assim não podemos saber sua localização, apesar de estarmos cientes de sua velocidade.

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  21. Ênio Del Grossi

    Se conhecemos a velocidade de uma partícula não sabemos sua localização. Mas se a localizamos não conhecemos sua velocidade. – Quando focamos uma partícula, há uma tendência de nosso foco mental de “segurar” tal partícula. Então sua velocidade vai decaindo progressivamente de modo que não há condições de identificá-la. Então só se conhece sua localização. E a velocidade de seu trânsito, para nós, torna-se indefinida. A partícula segue normalmente seu curso após sair de nosso foco.

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  22. Ênio Del Grossi

    O pesquisador/participante acredita que determinada partícula existe. Então ela se revela existente. Tal não acontece se pensarmos na existência de uma locomotiva. Fórmula para capacidade do foco mental? – massa dividida por massa ao quadrado? – Ou energia sobre energia ao quadrado? Se admitirmos a segunda fórmula obtemos joules emitidos para cada 90.000.000.000.000 joules. Isso equivale a joules por grama. Podemos supor que o resultado sendo menor que 01, o foco mental não fabrica o que imaginamos. O resultado sendo igual ou maior que 01, o foco mental determina o que imaginamos, como é o caso de partículas. Será que esta fórmula é adequada? Ou não? Ou o resultado deve ser bem superior a 01 para atestar a força do foco mental? Ou bem menos que 01?

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  23. Ênio Del Grossi

    Se o participante (pesquisador) imaginar a existência de um fóton? Então o fóton dá o ar de sua graça. Mas ele é considerado partícula sem massa. Então vamos apelar para a fórmula E/E2 ( energia dividida por energia ao quadrado). No caso de partícula com massa calcula-se a energia através da fórmula de Einstein: mc2. No caso de fótons e radiações já vi alguns fazerem uso de “E=hf” (constante de Planck multiplicada pela frequência). Isso funciona?… Só Deus sabe!…

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  24. Ênio Del Grossi

    Se o pesquisador(participante) pode determinar ou não a existência de uma partícula, – se ele entra numa casa vazia e pensar: “aqui existe uma geladeira”, a geladeira aparece? – Claro que não!… – Por que só com partículas? – Não é difícil concluir. – Quando pensamos em algum corpo com muita massa, o cérebro dispensa mais energia (que normalmente é insuficiente). Pensando num corpo com pouca massa, a energia dispendida pelo cérebro se dá com mais joules por grama. Pode-se expressar isso através de fórmula? – Vamos tentar: “MASSA DIVIDIDA POR MASSA AO QUADRADO (m/m2). Exemplificando: massa 4: 4/16, igual a 0,25 joules por grama emitido pelo pensamento, – massa 0,02, 50 joules por grama emitidos pelo cérebro do participante. Com massa 100 – 0,01 joules por grama. Então nosso pensamento não pode fabricar corpos com muita massa, mas pode determinar a existência ou não de corpos muito leves. Uma pergunta: uma fórmula destas funciona?… Ou não?… O tempo dirá?…

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  25. Ênio Del Grossi

    No mundo quântico o pesquisador é chamado de participante, pois ele interfere nos resultados. Se ele acredita que tal elétron existe, a partícula se mostra existente. Se ele acha que não existe, então não existe. – Como isto acontece? – Se ele pensa no elétron, a energia de sua imagem mental se propaga no espaço. A imagem mental se dá num facho se abrindo. No início o facho vence a energia existente no espaço. Quando a dispersão atinge determinado nível, ele não vence a energia externa e a energia externa não o vence. Então a soma de energias resulta na partícula imaginada. – Em caso de negar a partícula não há imagem mental. – Parece que num evento desses os princípios de mecânica clássica não são violados. Penso que isso seja válido em partículas simples e partículas compostas por três quarks.

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  26. Ênio Del Grossi

    Podemos pensar que a TEORIA DE TUDO está próxima. Mas o fundamental e mais simples a ciência ainda não detectou. Os protagonistas da Ciência ainda acreditam que o burro “puxa” a carroça. Quem desconfia que a atração, sendo um puxão, algo se empurra para acontecer o puxão ou atração? A verdadeira lei da dinâmica das forças eles ainda não conhecem. Chegaram ao bóson, mas como ele age e como ele surge?

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  27. Ênio Del Grossi

    Minhas ideias de portas lógicas de contato direto seriam opções de troca de seis por meia dúzia? Daria na mesma? Para tal seria necessário um super resistor e uma “senhora” bobina redutora… Isso implicaria em volume um pouco grande. Enfim, sinto que as dimensões dificilmente seriam reduzidas. Afinal o circuito neural é o mais perfeito que se conhece… e a mãe natureza ainda não se preocupou em reduzi-lo…

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  28. Ênio Del Grossi

    Parece que não existe ainda relógio de precisão absoluta. Nem mesmo o relógio atômico. – Cogita-se na física quântica sobre chegada instantânea. Na verdade a partícula no trânsito entre o ponto A e o ponto B gastou um tempo não detectado pelo cronômetro. Em tal trânsito a partícula penetrou em outro universo/cosmo cuja velocidade da luz é de quintilhões de quilômetros por segundo. Nesse universo ela não ultrapassou a velocidade da luz. Para nós parece que sua chegada foi instantânea. Enfim, a velocidade da luz foi respeitada.

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  29. Ênio Del Grossi

    Trocando-se circuitos por contatos diretos, é possível a redução do tamanho dos equipamentos? Isso pode dar certo? É ideia de débil mental? Será que o débil tem momentos de genialidade? E o gênio tem momentos de debilidade? Portas lógicas deixando de ser circuitos e se tornando contatos diretos? Isso funciona?… Será que funciona?…

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  30. Ênio Del Grossi

    Muita pretensão? Excesso de ingenuidade? Paranorréia de minha parte? – Penso no uso de tal recurso em equipamentos de baixa potência e também de altíssimas potências . Pensei nisto: entrada 1, saída 1, (+) em (-), entrada zero com saída 1, (-) em (+); entrada 1 com saída zero, (+) em (+) e entrada zero com saída zero, (-) em (-). Esse tipo de porta lógica pode dar certo? Ou é uma viagem sem rumo?

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  31. Ênio Del Grossi

    Estou pensando na possibilidade de se criar portas lógicas de conexão direta. Posso estar sonhando ou viajando em algo deslizante. O que penso é na obtenção de portas com saída imediata. Tais portas são circuitos de memória, sensibilidade e identificação de padrões. A conexão imediata, na verdade deixará de ser um circuito, tornando-se contato direto. Então, sinal (+) entrando em (-) tem-se saída 1, sinal (-) entrando em (+) resulta em saída 1. Entrada A igual a Zero e B também Zero, com saída 1, temos (-) em (+) e (-) em (-). Entrada A sendo 1 e B também 1, com saída Zero, tem-se (+) em (+) e outro (+) em (+). Será que isso dá certo? Será que setou sendo ingênuo?

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  32. Ênio Del Grossi

    Inteligência artificial? – Algum dia será possível a construção de máquina tão inteligente como um humano? – Será possível a existência de máquina com vida? – Sabe-se que os circuitos relativos à inteligência, à memória e à identificação de padrões são chamados PORTAS LÓGICAS. – Será que a porta lógica explica a inteligência, a sensibilidade e o princípio da vida? – Estamos caminhando para o materialismo, desprezando a fé? Não pretendo chegar a esse ponto. Afinal o religioso falha e o ateu falha também. Todos nós falhamos. – Se analisarmos devidamente as portas lógicas, elas podem ser bem simplificadas. Creio ser possível a obtenção de um micro ship com o diâmetro de um quinto de milímetro! – Acredito que forças motrizes agem em nosso cérebros. Se estamos pensando em laranja e o pensamento muda para açaí, é porque uma força motriz nos levou a isso? – Se existe a repulsão e a atração, elas não acontecem por mágica. Existe mecanismo lógico para tal. Se está envolvido um bóson, como ele entra na história?

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  33. Ênio Del Grossi

    Sabemos que todos os movimentos são curvos. Por que? – A energia escalar existente em todo o espaço serve de barreira impedindo os corpos de transitarem em linha reta? – Sabemos que o ar é barreira que reforça a curvatura de uma bola chutada com efeito (o tal chute de “trivela”). Seu trajeto é curvo e com movimentos de rotação. No vácuo tal efeito não é perceptível a olho nu. A curvatura ocorre em grau muito menor, Isso prova a existência da energia escalar?… Mas Einstein explicaria de outra forma: as curvaturas existem porque o espaço é curvo!…

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  34. Ênio Del Grossi

    O que dizer de matéria escura? É realmente matéria? Blocos de matéria escura? Ou seriam áreas sem espaço-tempo? Se é assim o espaço-tempo é uma espécie de malha… Incertezas e incertezas…

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  35. Ênio Del Grossi

    Depois de tanta especulação e suposições podemos levantar três hipóteses. Numa delas os atuais físicos estão certos. Ele está em expansão e fora dele não existe espaço-tempo e tal espaço-tempo não existia antes do big bang. – Em outra hipótese podemos admitir que ele não está em expansão tendo em vista que no encolhimento de uma galáxia pode também ser verificado o efeito Doppler. – Na terceira hipótese nosso universo é análogo a uma partícula positiva interagindo com outras. -/-/- Se é macro-partícula, faz parte de algum macro corpo? De um ser vivo? De um ser inanimado? De alguma coisa descartável, uma espécie de lixo sendo varrido por um gari macrocósmico?

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  36. Ênio Del Grossi

    Ao produzirmos ondas através de uma corda podemos ver algo parecido com o efeito Doppler. Há alguns metros de distância percebemos algumas ondas com uns trinta ou quarenta centímetros mais longas. E com amplitude menor.

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  37. Ênio Del Grossi

    Hubble observou o efeito Doppler. Essa deve se uma evidência da expansão do Universo. Então as ondas se alongam. Mas se uma galáxia se encolhe o efeito Doppler também é verificado. Com isso a polêmica continua: há expansão ou não? -/-/-/- O efeito Doppler tem explicação? – Deve haver energia até no vácuo. A energia espalhada em todo o espaço é barreira. A força motriz que impulsiona os campos vai perdendo a potência. Também o sistema de gravitação universal pode pressionar alargando a onda e diminuindo a amplitude. Afinal consegue-se explicação para tudo? Na base da suposição?

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  38. Ênio Del Grossi

    Hubble constatou a expansão do Universo. Pela lógica o observador vê certo distanciamento entre as galáxias e o tamanho das mesmas parecer um pouco menor. Mas podemos entrar numa polêmica: – se as periferias das galáxias se degeneram em anãs marrons antes da degeneração do centro? Isso nos dá a impressão de distanciamento e a regra da perspectiva conhecida pelos desenhistas nos sugere pequena diminuição de tamanho. Se a última opção for válida não podemos crer piamente na expansão do Universo. O aumento de suposta matéria escura em volta das galáxias pode provocar uma ilusão de ótica. Enfim, o Universo está se expandindo ou não? Polêmica… Polêmica…

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  39. Ênio Del Grossi

    Os campos perpendiculares seguem certa direção por causa da ação de uma força motriz, – O campo positivo anterior é desfeito, supõe-se, por esgotamento. Já o campo negativo é desfeito por causa de interferência (encontro de dois fluxos perturbatórios de mesma frequência). – Quanto mais explica mais complica?… Vamos tentando!…

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  40. Ênio Del Grossi

    Suponhamos um campo DENSO com perturbações ondulatórias (eletr. +). Ele se depara com uma lacuna energética no espaço. O excesso de densidade impede a entrada conveniente. O que penetra na lacuna é uma quantidade menor. Isso dá origem a um campo negativo pouco denso (magn. -). Na sequência, energia do espaço ameaça entrar na lacuna em avalanche com perturbações. É novo campo positivo eletr. A entrada é difícil e, na lacuna, o campo ainda não é denso. Continua magn. negativo. – No caso de campo positivo pouco denso (magn. +), a lacuna fica com a soma de duas entradas, DENSA, tornando-se eletr. positiva. Isso porque a entrada é facilitada. Com algum esforço consegue-se explicação mecânica para o caso…

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  41. Ênio Del Grossi

    Se um campo positivo é denso, ele não consegue se aliviar totalmente numa lacuna. Se tal campo positivo é poco denso, a lacuna aproveita quase tudo dele. Então a lacuna será mais densa. Será que estamos no caminho certo? Elétrico é denso? Magnético, menos denso? Será que o eletromagnetismo acontece por razões meramente mecânicas? Quem poderá decifrar? – Se hoje é mistério, amanhã talvez não…

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  42. Ênio Del Grossi

    Um campo negativo, sendo uma lacuna, recebe energia que está à sua frente. Lógico: existe energia no vácuo também. Linhas de força ou energia que penetram no campo negativo vão formar o campo positivo. Por razões mecânicas, um campo sendo denso(elétrico), o campo oposto será pouco denso (magnético).

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  43. Ênio Del Grossi

    Existe explicação para ondas eletromagnéticas? É possível explicar a perpendicularidade dos campos elétrico e magnético. Podemos nos arriscar em especulação. -/- CAMPO POSITIVO: perturbações ondulatórias com direção de dentro para fora. – CAMPO NEGATIVO: perturbações de fora para dentro. -/-/- CAMPO ELÉTRICO – denso; CAMPO MAGNÉTICO, pouco denso. – Sabemos que após um campo elétrico negativo segue um magnético positivo – ou após um campo magnético negativo segue um elétrico positivo. -/-/- Quando a propagação se inicia com um campo denso positivo, este despeja numa lacuna que será campo negativo. Este negativo será pouco denso por não haver condição de o positivo despejar a totalidade de linhas de força ( a maior parte delas é perdida). Então tal campo positivo se esgota e é desfeito. Como o campo negativo recebe energia à frente, isso resulta no surgimento de outro campo positivo que será denso (elétrico). Assim sucessivamente. No caso de um campo negativo tornar-se saturado, vemos a possibilidade de a saturação ser revertida em bóson. No caso de uma propagação se iniciar com campo negativo (elétrico ou magnético) o processo é praticamente o mesmo. A perpendicularidade acontece porque a doação é “equatorial” e a recepção é “polar”. É só querer: consegue-se explicação mecânica para tudo… ou quase tudo!…

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  44. Ênio Del Grossi

    Podemos nos deparar com um RELATIVISMO ESTRANHO. Para nós o fóton é partícula sem massa. Suponhamos a existência de um ser microcósmico observando um fóton. Ele poderia considerá-lo sendo um grande corpo com massa? – Para nós uma galáxia tem massa. Algum ser macrocósmico poderia considerá-la uma partícula sem massa?

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  45. Ênio Del Grossi

    Digamos que não conhecemos corretamente o conceito de espaço, mas suspeitamos que a distribuição de massa/energia nele é irregular. Nosso universo está em expansão por estar saturado. Massas se colidem. As mais exteriores são as primeiras a serem ejetadas. Para onde tais massas se dirigem? Certamente para onde há lacuna. Tais lacunas originam universos negativos. Quando nosso universo tornar-se deficitário, ou ele é extinto ou é suprido por uma espécie de “bóson galáctico”(penetrando por um dos “polos”). Já um universo negativo saturado vai ejetar um desses “bósons”. Mas se o universo negativo encontrar-se em ambiente rarefeito de galáxias avulsas (análogas a linhas de força), tal ambiente rarefeito facilita o trânsito de algum “bóson galáctico”. Daí a chance de ele se instalar no universo negativo. -/-/- Será que uma mecânica muito simples define tudo?… Será?…

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  46. Ênio Del Grossi

    Às vezes acerto, muitas vezes erro. Será que conseguirei provar que uma mecânica simples define a totalidade multi-cósmica? Comecei a suspeitar que a lei que descobri vale para todos os universos e todos os cosmos. Aonde vou chegar, não sei. Sei que queria puxar, mas estava empurrando para cá. Percebi que o cavalo empurra para conseguir puxar a charrete. Percebi que não há relativismo nisso. Parece absoluto. Quando se puxa um cadarço, o puxão é real, mas usamos duas forças para segurar; o puxão é a terceira força. A força que puxa não existe por si só. -/-/- Teorias existem. Recomendo procurar a TEORIA DO UNIVERSO SIMULADO. Nick Bostron da Oxford, Rich Terrile da NASA, Michio Kaku etão empenhados na pesquisa. Essa teoria especula que nosso universo é uma simulação computacional. Não somos propriamente reais, mas virtuais. Segundo é exposto somos figuras de um grande GAME e vivemos numa MATRIX. – Onde está a realidade afinal?

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  47. Ênio Del Grossi

    Estou lendo O GRANDE PROJETO. Aprendendo muito e encontrando algo para contestar. Sobre dimensões extras os autores falam sobre um canudo. Esse canudo pode ter o diâmetro de uma polegada. Eles pensam que um canudo tendo seu diâmetro sendo decilhões de vezes menor que uma polegada, não pode ser encarado dentro das dimensões conhecidas. Não importa quão ínfimo seja o diâmetro. Ele continua sendo canudo e tridimensional. Enrolado ou não, permanece tridimensional. -/- Outra : se nosso universo está em expansão, uma força motriz o leva a isso. Chamemos essa força motriz de big bang. Classifiquei esse tipo de universo de UNIVERSO POSITIVO. Mas se várias avalanches de energia, vindas de todos os lados, colidem violentamente num determinado ponto; ocorre no centro um vazio.], porque elas voltam. Esse vazio estará apto a receber qualquer material. Será então um UNIVERSO NEGATIVO. Estou querendo ir longe demais?…

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  48. Ênio Del Grossi

    Se nosso universo constantemente doando galáxias corre o risco de extinção? Talvez… Pode ser que ao tornar-se deficiente receba um “bóson galáctico”. O universo receptor saturado? Ejeta um “bóson galáctico” Isso ocorre também entre partículas? Como explicar o caso em que um elétron recebe um bóson? – O elétron acaba de ejetar um bóson. Ele fica “descarregado”. Começa a transitar um ambiente rarefeito em linhas de força. O ambiente rarefeito facilita o trânsito de bósons. Então a oportunidade de algum bóson penetrar no elétron. Em relação a universos pode ocorrer o mesmo? Quem viver verá… Verá?

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  49. Ênio Del Grossi

    Na evidente expansão do nosso universo, as galáxias que se afastam seriam análogas a linhas de força? Digamos: nosso universo doa galáxias que escapam pelo seu “equador”. Um universo receptor as recebe por um dos “polos”. Suponho que entre partículas venha a acontecer o mesmo. Enfim a ortogonalidade vigora também entre os universos integrantes do cosmo? Universos positivos numa posição. Os negativos em ângulo reto com os positivos? Suposições, suposições e suposições!!!…

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  50. Ênio Del Grossi

    Não estou mais acreditando que vivemos num multiverso. Vivemos sim num MULTICOSMO. No cosmo que conhecemos existem muitos universos vizinhos. No caso do nosso, são desprendidas galáxias e estas são absorvidas por algum outro. Seria nosso universo um pósitron cósmico? Algum universo análogo a elétron absorveria galáxias que se desprendem do nosso? Se o Cosmo é assim, não seria necessário um big-bang para dar início a tudo. – Comecei a acreditar que partícula positiva é emissora e a negativa seja receptora de linhas de força. Os universos são análogos a partículas? Então, ao invés de dizermos UNIVERSOS PARALELOS, devemos dizer COSMOS PARALELOS?… Cosmos superpostos? Cosmos interpenetrados? Então, no caso, galáxias que se desprendem de nosso universo são análogas a linhas de força?

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  51. Ênio Del Grossi

    Estou lendo “O Grande Projeto” (de Hawking e Mlodinov). Achei um site que tem um livro na íntegra sem necessidade de aplicativo. Deparei-me com um problema relativo a quarks: caso separemos dois quarks, a força de atração de ambos aumenta; daí a dificuldade em separá-los. – Difícil de resolver? Vamos tentar. – Na separação o (+) tem sua capacidade de emissão aumentada e o (-) fica com maior capacidade receptiva de linhas de força. A lacuna facilita a recepção. No (+) a lacuna facilita a emissão.

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  52. Ênio Del Grossi

    Podemos admitir que a gravitação provém do encurvamento do espaço-tempo. Podemos também admitir que ela é provocada por forças agindo mecanicamente. Devido à precariedade técnica não posso passar a outrem os esquemas que bolei. – Especulei o motivo do DIAMAGNETISMO, do FERROMAGNETISMO e do PARAMAGNETISMO (suas causas mecânicas). Não consigo passar o mecanismo de ATRAÇÃO e REPULSÃO entre DOIS ÍMÃS. Não consigo passar o MECANISMO de ATRAÇÃO entre PARTÍCULA e ANTIPARTÍCULA e como o BÓSON entra na história. Não consigo passar o MECANISMO de REPULSÃO entre partículas de mesmo sinal. Também não consigo passar o MECANISMO de REPULSÃO entre um ÍMÃ e um MATERIAL PARAMAGNÉTICO (envolvendo ambos os polos). Faltam-me também condições técnicas para mostrar o MECANISMO de ATRAÇÃO entre o ÍMÃ e o FERROMAGNÉTICO. – Estou certo?… Estou errado?… Estou querendo ir longe demais?… – A ferramenta que usei para todas essas especulações é esta: observando o burro movimentando a carroça. Se ele não empurra, não consegue puxá-la… É o princípio fundamental da mecânica. É o princípio da dinâmica das forças.. Por tabela, é o princípio fundamental da Energética. É algo tão simples e desprezado por quase todos.

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  53. Ênio Del Grossi

    Na psicologia, na sociologia, na antropologia, na química,na biologia, enfim, em tudo eu vejo FÍSICA. Depois que descobri o simples segredo de um burro “puxando” a carroça comecei a perceber violentos estalos em minha cabeça. Fico duvidando. Por exemplo: há 180 mil quilômetros por segundo uma viajem que demora 60 segundos o relógio atômico marca 48 segundos. O tempo passou mais devagar? Ou o ritmo do relógio ficou mais lento devido à aceleração? Se valeu a segunda opção não podemos encarar o tempo como quarta dimensão. Valendo a segunda opção, o raciocínio matemático é falho. Então opta-se pelo raciocínio mecânico. Se o que consideramos dimensões enroladas, tais rolos forem tridimensionais? Então tudo é tridimensional? Esquisito, não? Incrível! Todos os agraciados com o prêmio Nobel acreditam que o burro puxa a carroça. Quem desconfia que ele empurra para poder puxar? Não importa a posição do observador: se não empurrar, não consegue puxar. Enfim, quem está certo? Há esta altura não confio em ninguém. Não confio nem mesmo em mim…

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  54. Ênio Del Grossi

    A polarização da sociedade é a causa da mesofobia? Normalmente os extremos são notados. Vi, um dia, na televisão, um humorista comparando o velório do rico com o velório do pobre. Comparou também o churrasco do rico com o churrasco do pobre. Pergunto: não existe velório na classe média? O que vejo? O intermediário é esquecido ou é vítima da mesofobia. É comum, no Brasil, em campanha eleitoral, um candidato ser identificado como o candidato do povão. O adversário, que cai na preferência da classe média, é considerado elitista ou burguês. Esse enfrenta, ao mesmo tempo, o povão e os magnatas. Tais magnatas doam para sua campanha uns cem mil reais. Para o outro, uns setecentos mil ou um milhão. Algo raro aconteceu em minha cidade: três principais candidatos disputaram ferrenhamente os votos da periferia. Sobrou para o vencedor boa parte da classe média e os condomínios de alto padrão. Com isso todos os candidatos foram mal votados e a abstenção superou a votação de todos os candidatos. Se houvesse segundo turno em nossa cidade talvez a história poderia ser outra. Mas a história foi assim. Enfim vejo tais eventos não só pela sociologia convencional. Incluo a Física em tudo. Afinal num evento eleitoral circula energia. E quantas formas de energia existem? É Física…

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  55. Ênio Del Grossi

    Pelo que se observa, a sociedade é polarizada em todos os sentidos. Entre os hábeis existe o mais hábil. Entre os inábeis existem os menos inábeis. Podemos encontrar o mais inteligente do mundo e o mais deficiente. Encontramos o maior emissor e o maior receptor de linhas de força. O mais rico e o mais pobre. A sociedade, por vezes se mostra mesofóbica. O que é isso? Mesofobia – o termo que encontrei para a aversão à posição intermediária. Há muito tempo presenciei uma situação que serve de exemplo: Um cidadão de classe média estava botando as manguinhas de fora. Um rico reagiu assim: “Ele tenta esnobar, mas com esse patrimônio chinfrim?!…” Um mais pobre reagiu desta forma: “Esse burguês tá escamando além da conta…” – A homofobia vem a ser uma forma de mesofobia. A posição intermediária entre o macho e a fêmea se vê muitas vezes em situação embaraçosa. Para se combater as várias formas de mesofobia é necessário conhecer as causas. Sem o conhecimento da origem o combate é difícil. Por isso acredito ser necessária a inclusão da Física na Psicologia e na Sociologia para se chegar a um acordo.

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  56. Ênio Del Grossi

    Os fenômenos de dinâmica social implicam em circulação de energia em muitas formas e muitos tipos de linhas de força. Falta a inclusão da Física na Sociologia. Num evento eleitoral procuramos votar com consciência, mas o voto nunca é 100% consciente. Se Pedro votou em Marina Silva e Rosana votou em Dilma, as leis da dinâmica social exigiram que ele e ela fizessem essas diferentes escolhas. Parece que o vascaíno torce pelo Vasco obedecendo a lei da dinâmica social. O corinthiano se faz corinthiano, 10% por sua vontade e 90% em obediência às leis da dinâmica social. Sabemos pouco sobre energia e linhas de força. As ideologias de esquerda e de direita buscam alguma forma de justiça social. Mas como obtê-la? Mal conhecemos a estrutura das coisas. Infelizmente nos falta muito para chegarmos lá….

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  57. Ênio Del Grossi

    Alguns líderes religiosos fazem discursos bem polarizados, valendo-se da Teologia da Prosperidade. Induz-se a ideia de que o ofertante fiel tem o caminho aberto para grandes realizações. O infiel nas contribuições, naturalmente, terá sua vida “amarrada”. Fidelidade é algo que tem a ver com o divino. A infidelidade é satânica. Polariza-se então: FIDELIDADE x INFIDELIDADE, PROSPERIDADE x MISÉRIA. Não entremos no mérito de questões religiosas. O que se analisa é a polarização. O que se nota é que discurso polarizado nos permite atingir a meta, seja na política, no comércio ou em outras atividades. Mas polarização envolve circulação de linhas de força. Isso acaba entrando no terreno da Física.

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  58. Ênio Del Grossi

    Percebemos que tudo é polarizado. Isso quer dizer que a sociedade é polarizada. O privilegiado é grande emissor de energia ou linhas de força. O ambiente de carência é o grande receptor de tais linhas. Aí entra a história do comerciante que conheci. Ele não gostava de vender artigo médio por preço médio. Ele via duas opções: alto padrão e baixo padrão. Percebi através dos tempos o sucesso e o insucesso de vários políticos. Os bem sucedidos chegam numa esquina fazendo discurso de mendigo, discurso recheado de problemas sociais. Na próxima esquina o discurso é padrão Bill Gates, sugerindo extrema prosperidade. Enfim, não somos totalmente racionais. Agimos pressionados pelas leis da dinâmica social. Mas a dinâmica social implica em circulação de muitos tipos de energia e linhas de força.

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  59. Ênio Del Grossi

    Uma partícula percorrendo todas as trilhas possíveis ao mesmo tempo – o que a motiva a isso? – Para se locomover ela é impulsionada por uma força motriz. Tal força a empurra para determinada direção. A passagem estreita é um obstáculo. Como a força motriz não para de agir e tal partícula não consegue prosseguir, não há outra alternativa: ela é dividida em partes, sendo que cada uma das partes vai conseguir passar por cada via. // Explicar a mecânica quântica através de uma mecânica curriqueira é possível? É muita pretensão? É especular demais?…

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  60. Ênio Del Grossi

    Se uma partícula pode percorrer apenas uma via ou todas as vias ao mesmo tempo para chegar a algum lugar – se percorrendo todas as vias possíveis ela se decompõe e só é recomposta após a chegada – como explicar o caso de uma partícula composta por três quarks percorrendo todas as vias? – Os fragmentos de determinado quark penetram sempre em vias vizinhas. Um quark situado na lateral da partícula terá seus fragmentos penetrando em vias laterais. Então, na recomposição, não há risco de confusão.

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  61. Ênio Del Grossi

    Quanto ao encontro entre partícula e antipartícula muitos físicos raciocinam desta maneira sobra a anulação de ambas: (+1) + (-1) = 0. Não confio neste raciocínio matemático. Acredito que o encontro entre ambas provoque o esfacelamento através de choque mecânico. Mas por que, numa partícula formada por quarks opostos, não ocorre anulação de quarks? – Como explicar? – Parece simples: o glúon evita o choque entre ambos os quarks.

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  62. Ênio Del Grossi

    O físico, no experimento com partículas já não é mais chamado de pesquisador, mas , sim, PARTICIPANTE. O olhar, as intenções, implicam em emissões de energia que interferem no comportamento da partícula, inclusive mudança de forma. A interferência de um observador pode até mesmo fazer com que a partícula percorra várias vias ao mesmo tempo. Enfim, o observador participante provoca incertezas. Penso que a interferência do participante está sempre de acordo com os princípios básicos de Mecânica (sem mágica).

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  63. Ênio Del Grossi

    Normalmente uma partícula percorre apenas uma via para chegar a determinado local. Entendo que, num local denso energeticamente e com “canais” desobstruídos muito estreitos, ela precise de todas as vias possíveis para chegar ao local previsto. Isso implica em fragmentação. – Quanto a estados, uma partícula pode estar em um único estado, mudar para outro ou estar em vários estados ao mesmo tempo. Como entendo um estado de partícula? – Deve depender da direção da circulação de energia. Caso a energia seja pulsante, penso que ocorram várias frequências de pulsação de energia. Pergunto: – Energia seria mônadas (de Leibnitz) em movimento? Queremos ir longe demais?

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  64. Ênio Del Grossi

    Bem ou mal consegue-se explicação para tudo. Muitas vezes posso estar equivocado. Posso me enganar redondamente. No caso de uma partícula percorrer todas as trilhas ao mesmo tempo, em volta da entrada da trilha há obstáculo energético. A dificuldade de passagem resulta na fragmentação. Então cada parte só encontra saída ao deparar com algum outro “canal”desobstruído. Apesar de especular exageradamente, valho-me de 22 anos e meio de observações após minha descoberta da lei mecânica básica (a descoberta MAIS RIDÍCULA DO SÉCULO).

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  65. Ênio Del Grossi

    Admite-se que uma partícula percorre todos os caminhos possíveis para chegar a determinado destino. Isso parece mágica. Até mesmo milagre! Explicar como? – Se uma partícula está em N estados ao mesmo tempo e percorre N caminhos ou frestas simultaneamente, ela pode ser fragmentada em N partes. Sendo cada caminho ou fresta estreita, na qual a partícula não cabe, então, na entrada, ela é fragmentada. Assim cada parte correspondente a cada estado vai caber em uma fresta ou caminho. Tais caminhos ou frestas significam trilhas sem obstrução energética. Assim a partícula chega aos poucos ao destino e todas as partes se juntam novamente. Não importa se uma parte chega um pouquinho antes de outra. PERGUNTO: – É muita pretensão explicar a mecânica quântica pela mecânica convencional? É mania de racionalizar tudo? É pensamento concreto demais?

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  66. Ênio Del Grossi

    Só há um caminho para se obter uma teoria total sobre a multiplicidade cósmica: conhecer os princípios básicos da mecânica. Tais princípios são a base da mecânica, a base da dinâmica das forças, e, por tabela, o princípio da Energética. Precisamos urgentemente parar de acreditar que o burro puxa a carroça. Este é o princípio mais fundamental de tudo. Parei de acreditar em energia em energia potencial para se chegar na energia mecânica. Entendi que a Mecânica é inerente a tudo e que a energia é sempre dinâmica embora, muitas vezes, pareça estática.

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  67. Ênio Del Grossi

    Para Hawking perguntar se Deus criar o Universo não faz sentido. Antes do big-bang não havia tempo. Então não havia tempo para Deus criar o Universo. Cogita-se que não havia tempo nem espaço antes do big-bang. DUAS PERGUNTAS FAÇO: não existindo tempo haveria ocasião para ocorrer o big-bang? E não existindo espaço haveria lugar para ocorrer o big-bang? MAIS UMA PERGUNTA: – O conceito de espaço-tempo de Poincaré-Einstein é correta? Ou precisa ser revista? Ou fica-se com o conceito dos leigos?

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  68. Ênio Del Grossi

    Nos fenômenos holográficos, nos fenômenos ópticos, na eletricidade, no magnetismo, enfim, em todos os setores multi-cósmicos, os princípios básicos da Mecânica não são violados. Assim acredito. Não há mágica. Até nos eventos bizarros da Mecânica Quântica, os princípios fundamentais mecânicos prevalecem. É isso que pude constatar. Ao princípio mais fundamental da Mecânica ninguém dá importância. Acredita-se , em geral, que o burro “puxa” a carroça. Mas a realidade é um pouco diferente. Quem suspeita que ele empurra para poder puxar? Quem suspeita que dimensões extras são derivadas das três dimensões básicas? Entendo que é mais seguro focar as três dimensões básicas. Se falamos em dimensões enroladas, observamos que tal rolo é tridimensional.

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  69. Ênio Del Grossi

    Não gosto de esconder nada de ninguém. Se tenho alguma ideia inválida, que seja descartada. Se tenho alguma ideia aproveitável, que seja usada. Não me preocupo com apropriações por parte de outrem. Infelizmente faltam-me condições técnicas para descrever o mecanismo de atração e repulsão através da Internet. Uma pergunta faço a mim mesmo: – será que consegui a teoria de tudo? – Vivemos momentos efervescentes de ciência e tecnologia. Mas, infelizmente, a humanidade em peso ainda acredita que o burro puxa a carroça. Quem desconfia que a realidade é um pouco diferente?

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  70. Ênio Del Grossi

    Certa vez assisti a uma palestra do físico Adauto J. B. Lourenço. Esse físico é criacionista assumido. Na última etapa da apresentação o tema foi: “Relato bíblico, lenda ou realidade?” Então ele falou sobre a transformação da água em vinho. Conforme expôs, para fusões e fissões nucleares para tal quantidade de água seria necessária a energia do sistema solar inteiro. Para realizar tal transformação o sistema solar deveria ser destruído. Mas se consideramos que vivemos num multiverso, o sistema solar pode permanecer intacto. No espaço ocupado pelo Sistema Solar devem conviver um número demasiadamente grande de universos paralelos, superpostos e interpenetrados. Então acredita-se que nesse pequeno espaço há muito mais energia que supomos. A energia gasta para realizar tal transformação seria muito pouca, considerando-se a multiplicidade de universos. Alguém pode dizer que o impacto para uma transformação destas pode ser bem violento. Mas, se em algum outro universo já se tem uma tecnologia de suavizar o impacto no emprego de grandes quantidades de energia?

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  71. Ênio Del Grossi

    Milagres existem? – O que entendemos por milagres não seriam tecnologias vindas de outros universos até nós? Sinto que alguns fenômenos tidos como milagres poderiam talvez serem tecnologias desconhecidas de hologramas trazidas de algum outro universo para cá?

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  72. Ênio Del Grossi

    Entende-se por eletronegatividade a capacidade de um núcleo de capturar elétrons. Núcleos com muitos nêutrons deixam alguns prótons escondidos e a eletronegatividade é comprometida. O flúor é o elemento mais eletronegativo. O isótopo mais conhecido é o de 10 nêutrons e 09 prótons. O tamanho do núcleo é adequado e o raio atômico também. Já elementos com raio atômico maior tem o inconveniente da presença de muitos nêutrons, escondendo vários prótons. Outros apresentam raio atômico pequeno e núcleo também pequeno.

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  73. Ênio Del Grossi

    A vida é uma competição selvagem. Existem alguns vencedores. Vários derrotados. Essa facetada vida é explicada de muitas maneira: karma, destino. Cabe aos mais privilegiados a solidariedade. Apesar de precisarmos ser racionais, não podemos estar presos numa competição cruel. Apesar de defender uma ciência definitivamente racional, não milito em campos ateístas.

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  74. Ênio Del Grossi

    Recentemente conversei com alguém dedicado a práticas místicas. Essa pessoa exemplificou pessoas muito bem sucedidas na vida e os opostos: aqueles à beira da mendicância. Para essa pessoa o karma explica. Por motivos kármicos ambos estão nessas situações diferentes. Mas o karma explica tudo? Será? Provavelmente o afortunado tem sinapses neuronais que possibilitam estar no lugar certo e na hora certa. Possibilitam também o ambiente certo para atuar. Tais sinapses proporcionam melhor organização mental. Já o oposto não é privilegiado com sinapses eficientes. A verdade é que a vida é competitiva em todos os sentidos. Numa prova de corrida existe o campeão que sobe no pódium. Existe o último colocado que chega aos trancos e barrancos. O karma explica? Ou obtemos explicações considerando condições físicas e técnicas?

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  75. Ênio Del Grossi

    A matéria escura absorve luz? Talvez sim. Talvez não. Se os fótons que atingem a matéria escura são desmantelados nesse choque? A matéria escura é totalmente intransponível? – No caso do espelho os fótons antes de atingirem o fundo tem a velocidade reduzida devido a obstáculos. Então, no fundo, o impacto é menos violento. Mas, fótons no vácuo, sem velocidade reduzida, como é o impacto? Se a matéria escura é intransponível o fóton não penetra. Pode ser desmanchado após o choque. Ou a matéria escura permite absorção? Se ela não é totalmente indevassável, emite radiação?

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  76. Ênio Del Grossi

    Um corpúsculo de alta energia tem pouco volume? Os com menos energia tem volume maior? Aumento de massa/energia significa diminuição de volume? Então como se processa a absorção de luz? – Supõe-se um objeto com superfície verde. Fótons de igual energia desse tom de verde batem de frente com a superfície e retornam a nós. Então enxergamos o verde. A eletrosfera desse ambiente equivale ao potencial dos fótons que voltam. No caso dos amarelos e vermelhos que penetram sofrem resistência de dentro para fora por terem os fótons maior volume? E, no caso dos azuis e violetas, com fótons menos volumosos, encontram resistência de fora para dentro? A maioria dos fótons absorvidos são aniquilados? Afinal qual a mecânica da absorção?

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  77. Ênio Del Grossi

    Para cálculo do elemento transitório entre massa e energia pura usamos este recurso para cálculo: hv x raiz quadrada de (1 – velocidade do fóton ao quadrado dividido por veloc. luz ao quadrado). Tudo isto isto é dividido por velocidade da luz ao quadrado. Então com a velocidade real da luz obtém-se sempre o resultado zero. Trocando em miúdos: h = constante de Planck, v= frequência vibratória do fóton. A constante de Planck para eletronvolts é 4,14 x 10 elevado a -15 (fórmula arredondada). Quanto a velocidade da luz, arredondamos para 300 000 km/s.

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  78. Ênio Del Grossi

    Calculando a pretensa semi-massa de um fóton de 41400 eletronvolts na velocidade de 200 000 km/s, foi obtido o equivalente a 0,000000342 g. O mesmo numa velocidade de 225 000 km/s tem o equivalente a 0,00000304 g. Já na velocidade de 299 999 km/s, o resultado obtido foi 0,000000001 g. Segundo o sistema de cálculo o fóton com a mesma energia, na velocidade real da luz, apresenta o resultado ZERO, isto é, energia pura!

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  79. Ênio Del Grossi

    Existe um estágio intermediário entre energia pura e massa? Considera-se energia pura um fóton transitando na velocidade “C” (velocidade da luz no vácuo, pouco menos de 300 000 km/s). Mas a luz transitando no vidro a velocidade cai para aproximadamente 200 000 km/s. Um fóton nessa velocidade deixa de ser energia pura para estar em um estágio intermediário? A luz atravessando um espelho ela é refletida. Será que um fóton ganhando natureza quase massiva, ao entrar em choque com o fundo do espelho, trata-se de “sólido” que não pode atravessar outro sólido? Acabei criando um sistema de cálculo para calcular a pseudo-massa de um fóton que tem sua velocidade reduzida. Será que uma ideia deste tipo é muito polêmica?

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  80. Ênio Del Grossi

    Partículas se criam aleatoriamente ou intencionalmente? Bóson de Higgs é consequência de acúmulo de unidades-mônada? Outras partículas são consequências de espaços rarefeitos? – Se tal bóson provoca a criação ele pode também estar envolvido em manutenção de uma ou mais partículas. A desigualdade em distribuição de matéria-energia é responsável por tudo?

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  81. Ênio Del Grossi

    Conta-se com possibilidades. De um bóson de Higgs pode escapar unidades de matéria-energia, preenchendo não só apenas uma falha ou buraco. Isso dá origem através de um mesmo bóson duas, três ou mais partículas. Acredita-se que o bóson de Higgs tem duração efêmera, esgotando-se facilmente. Afinal Leibnitz estava certo? Tais unidades chamadas de mônadas realmente existem? – É loucura encarar a realidade cósmica como sendo complexo mecânico? – Até onde vai nossa imaginação? Até onde vai nossa capacidade de inventar teorias?

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  82. Ênio Del Grossi

    Afinal como se originam partículas positivas e negativas? Como sair dessa? Consideremos a falha ou buraco tendo quatro lados. No caso de partícula positiva, o buraco é servido por dois bósons, um de cada lado. Então há acúmulo, havendo escape por outros dois lados. Esses escapes devem ser linhas de força. Já no caso de partícula negativa, um só bóson descarrega matéria na falha (buraco). Como não é preenchido totalmente, é apto para abrigar linhas de força. Quanta suposição/!!!…

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  83. Ênio Del Grossi

    Supõe-se que a distribuição de energia no espaço é desigual. Existem pontos de alta concentração de unidades básicas. Por outro lado existem pontos falhos semelhantes a buracos. Os pontos de alta concentração originam bósons de Higgs? As falhas ou buracos seriam preenchidas pelo que escapa dos bósons de Higgs? Supõe-se que o tipo de partícula que surge depende do aspecto de cada buraco. O bóson de Higgs só pode desprender massa onde há buraco?

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  84. Ênio Del Grossi

    Se dois blocos de matéria escura se colidem e se estilhaçam, surge ENERGIA ESCURA? Unidades básicas (mônadas) em processo de aglutinação também originam energia escura? A energia escura sendo densa, para se obter ondulações é preciso um impacto muito forte?

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  85. Ênio Del Grossi

    Leibnitz acreditava na existência de uma unidade básica de matéria-energia. a essa minúscula substância deu o nome de mônada. Mas se a superfície de cada mônada é áspera e tem saliências, permitindo o encaixe e aglutinação entre mônadas? Várias mônadas aglutinadas formaria um bloco compacto. A MATÉRIA ESCURA não seria um gigantesco bloco de unidades básicas aglutinadas? De modo que nada escapa e nada penetra. Alguém pode sugerir que o Universo se torne matéria escura. Mas se dois blocos de matéria escuras se colidem, ambos se desmancham e… começa tudo de novo…

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  86. Ênio Del Grossi

    De um elétron desprende um bóson (fóton). Será que é ejetado o que é demais? Um elétron deficitário recebe bóson (no caso, fóton). Recebendo fóton é o mesmo que receber linhas de força? Será que o fóton é detectado como partícula sem massa por receber e emitir? Como se fossem ciclos de implosão – explosão? Em caso afirmativo o elétron não absorve a totalidade das linhas de força.

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  87. Ênio Del Grossi

    Será que o exposto anteriormente explica porque a Lua não é precipitada para a superfície terrestre? Ela é atingida por poucas setas, mas não consegue escapar do campo? Se a Lua estivesse mais próxima da Terra, mais setas a atingiria e ela seria precipitada? Isso prova que Newton estava certo em seus cálculos? Diretamente proporcional às massas e inversamente proporcional ao quadrado das distâncias? É certo que a Relatividade explica a seu modo o mesmo fenômeno. Afinal quantas opções encontraremos?…

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  88. Ênio Del Grossi

    Muitos conhecem a teoria de Einstein sobre a gravitação. Fala-se também da gravitação quântica. Especula-se a existência do gráviton, partícula responsável por tal evento. Outra opção? – Digamos: no planeta entra energia e do planeta escapa energia. Se esboçarmos isso num gráfico traçaremos setas convergentes e divergentes em volta do planeta. À medida que se afasta do planeta a distância entre uma seta e outra aumenta. Mais longe do planeta vamos encontrar corpos não atingidos por setas. Estes não são gravitados. Na mesma altitude corpos com mais massa sendo atingidos por setas são gravitados. Alguns corpos na mesma distância sendo apenas atingidos por setas antigravitacionais são repelidos. Na mesma distância corpos atingidos por poucas setas, força insuficiente, permanecem no campo, mas não são precipitados para a superfície, mas giram em torno do planeta. – Enfim, muitas opções…

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  89. Ênio Del Grossi

    Depois de apanhar da matemática, levando dribles, chapéus e olés, agora, enfim, consegui definir: – Corda sem conhecer raio: ARCO dividido por raiz 180/ângulo de METADE DE PI. E para redução de percurso: CORDA + (ARCO – CORDA) x FÓRMULA CONHECIDA. É certo que são citados: arco, ângulo e velocidade. Devemos esquecer tudo isso se resolvermos ser fiéis à conhecida Relatividade. Mas o que considero é que a luz do Sol leva cerca de 8 minutos para nos atingir. Se a luz viaja na velocidade da luz, sua chegada até nós não deveria ser instantânea?

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  90. Ênio Del Grossi

    Vamos ver se, agora, a gente acerta de uma vez. Vamos exemplificar: trajeto de 15 metros em curvatura de 10 graus numa velocidade de 240000 km/s. Temos 15 dividido por RAIZ 180/10 de 1.5708…(metade de pi) = corda aproximada. Redução de espaço: corda+(15-corda)x 0,6 = 14,85124419 metros. Pelo preceito da relatividade o percurso seria reduzido para 9 metros. Então: corda+(arco-corda)x aplicação da fórmula conhecida. Reduz-se para 9 metros ou para 14,85124419 m? Se considerarmos que o percurso mínimo é a corda, fica-se com a segunda opção. Se formos fiéis à relatividade admitimos a redução para 9 metros. Na segunda opção: CORDA+(ARCO-CORDA)x FÓRMULA CONHECIDA APLICADA.

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  91. Ênio Del Grossi

    Depois do vexame (para não dizer MICO!) vamos justificar o porquê ARCO dividido pela raiz 180/ângulo de METADE DE PI, para a medida aproximada da corda sem o conhecimento do raio. A maior curvatura de uma caminhada objetiva é 180 graus. Assim tomamos 180 ao invés de 360. – Um outro exemplo: distância de 15 metros em curvatura de 5 graus. – 15 divide-se por 1,012623035 (raiz 180/5 de 1.5708…) = 14,81301479 (medida aproximada da corda). Em aceleração soma-se a corda a 15 multiplicado pela fórmula conhecida. Devemos considerar que 360 dividido por 5 é duas vezes 180:5. No caso de velocidade da luz, faz-se corda + zero, pois aplicando-se a fórmula obtém-se zero. Pensei nessa hipótese pensando na luz do Sol chegando até nós em 8 minutos, mas não instantaneamente. Afinal a luz transita na velocidade da luz.

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  92. Ênio Del Grossi

    Errei redondamente. Vasculhei cadernos empoeirados e vi: corda sem conhecimento do raio, podemos fazer ARCO dividido por RAIZ 180/ângulo da METADE DE PI. No caso de 180 graus (meia circunferência), temos o diâmetro 9,549274255, exatamente o dobro. Então: 15 dividido por 1.5708… = corda/diâmetro. No caso de 15 metros com curvatura de 10 graus, encontramos 15 dividido por 1,025405412 (raiz 180/10 de 1,5708…) = 14,62836048 (medida aproximada da corda). Nessa vacilei redondamente… Cometi um erro desumano!…

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  93. Ênio Del Grossi

    Este sistema de cálculo para saber a corda sem conhecimento do raio foi obtido sabendo que a circunferência mede 2 X pi X raio. Então meia circunferência mede 1 X pi X raio, ou seja: pi X raio. Então basta dividir por pi para se conhecer o diâmetro de meia circunferência. Na verdade o diâmetro vem a ser a maior das cordas.

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  94. Ênio Del Grossi

    Quando o ângulo é 180 graus temos: ARCO dividido por raiz 180/180 de pi, o que vale dizer RAIZ 1 de pi = pi. No caso de um arco de 15 metros nesse grau de curvatura, divide-se 15 por pi. Então o arco,na realidade, é diâmetro de meia circunferência, medindo aproximadamente 4,774637128 metros. A distância percorrida, na hipótese, é esse diâmetro somado a 15 multiplicado pela fórmula conhecida.

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  95. Ênio Del Grossi

    Na fórmula apresentada alguém sugere um problema: se o ângulo é zero grau? Seria então uma linha reta. Tem-se 180/zero. Considera-se operação impossível ou número complexo infinitamente grande. Extrai-se a raiz i de PI. Mas, em Matemática, a raiz de um número maior que 1 não pode ser menor que 1. Então a raiz i de PI será 1,i. Nessa situação i é infinitamente pequeno tendendo a zero, podendo 1,i ser 1,0. Então divide-s a distância por 1 (raiz i de PI). Sendo a distância 15 metros, tem-se 15/1=15. A esse resultado nada se soma por não haver arco. Na verdade o pretenso arco é zero.

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  96. Ênio Del Grossi

    Especulei que em super-aceleração a distância percorrida diminui, mas deve-se percorrer o percurso referente à corda do arco, no mínimo. Na verdade o trajeto normal é curvo. Consegui um método de determinar a medida da corda sem descobrir o raio.Obtém-se resultado aproximado caso não seja exato: divide-se o trajeto em arco por raiz 180/ângulo de PI. Digamos: trajeto de 15 metros em curvatura de 10 graus. Então temos 15 dividido por 1,065662035 = raiz 180/10 de PI. A corda medirá aproximadamente 14,07575715 metros. Em aceleração percorre-se a corda somada a 15 multiplicado pela fórmula conhecida.

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  97. Ênio Del Grossi

    Existe matéria não detectada? Energia pura não seria pedacinhos de matéria em movimento? Será, que, um dia, será descoberta a unidade básica de tudo? – Será que tudo é matéria no grande Cosmo? Será que as coisa mais sublimes são matéria? O que consideramos sublime seria o estágio mais refinado da matéria? Com tais especulações onde iremos parar?

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  98. Ênio Del Grossi

    Explicando melhor; o corpo sendo acelerado fica com sua estrutura mais aberta. Com isso vai alojando energia existente no espaço. Essa energia que vai penetrando comprime o corpo e, assim, seu volume vai diminuindo, embora sua massa aumente. – Botar mecânica curriqueira na Relatividade? Isso funciona? Será que não é querer demais?

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  99. Ênio Del Grossi

    De acordo com a teoria da Relatividade, um corpo sendo acelerado ganha mais massa. Isso parece mágico. Como explicar? Quando é aumentada a velocidade de tal corpo, sua parte dianteira ameaça desprender-se. Esse desprendimento vai atingindo a totalidade do corpo, provocando um espaçamento em sua estrutura molecular e atômica. Esse maior espaçamento favorece o alojamento de energia existente no espaço. Daí o ganho de massa. Supõe-se que o atrito entre o corpo acelerado com a energia existente no espaço provoque diminuição de seu volume. Nesse caso entende-se que o princípio básico da Mecânica não é violado.

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  100. Ênio Del Grossi

    Uma dúvida sempre me atormentou. Jogo uma pedra grande na água e o resultado é ondulação longa(baixa frequência). Sempre ouvi dizer que é onda de baixa energia. Atirando uma pedra bem menor obtemos alta frequência (ondas de alta energia). Sempre perguntei: não poderia ser o contrário? As ondas longas se obtém da pedra com mais massa. As de alta frequência são obtidas através da pedra com menos energia. Mas, analisando princípios de Einstein, nas ondas as moléculas de água assumem a velocidade da ondulação. Quanto mais veloz a ondulação, mais veloz a molécula. Na alta frequência a molécula sendo mais veloz ganha mais massa. Mais massa = mais energia. Sei que, para mim, demorou para “cair a ficha”.

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  101. Ênio Del Grossi

    Por que você gosta de uma coisa e detesta outra? Alguma força o leva a isso? Se olhamos para uma bandeira metade azul, outra metade amarela e vermelha em partes iguais – a frequência do azul entra em ressonância com alguns neurotransmissores. O amarelo com outros. Assim por diante. Entendemos que o percentual de cada neurotransmissor envolvido sugere o tipo de informação. Se rola mais acetilcolina que serotonina, temos um tipo de informação. Envolvendo mais serotonina que acetilcolina, trata-se de outro tipo de informação. Então entende-se que informação se dá através de impactos. Uma força desconhecida leva um neurônio a se aproximar daquele que contém o material de informação?

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  102. Ênio Del Grossi

    Alguém pode achar muito estranho definir a totalidade cósmica mirando um burro puxando uma carroça. Essa mecânica pode definir os processos de atração e repulsão? Definir a inércia? Decifrar os mistérios da “centrifugação”? Explicar o mecanismo das sinapses neurais? Explicar a “fissura” de um rapaz ao ver uma gata no Shopping? Partindo do simples pode-se chegar lá? Simplicidade realmente gera intensidade?

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  103. Ênio Del Grossi

    Ao analisarmos o comportamento de uma ou duas motos num globo da morte, vamos perguntar: fuga do centro ou rompimento de barreira energética? – Afinal podemos definir todo o funcionamento do grande Cosmo através de uma mecânica simples? A mesma mecânica do arrastar um móvel? A mesma mecânica do burro “puxando” uma carroça?

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  104. Ênio Del Grossi

    Em tempo: – centrifugando uma bola em posição horizontal, a tendência é descrevermos uma corda em relação ao campo gravitacional, mas tangente em relação à superfície terrestre. – Se este raciocínio estiver correto a fuga do centro é uma história que não foi bem contada. Trata-se de empurrar energia, energia que empurra e rompimento de barreira energética.

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  105. Ênio Del Grossi

    Um veículo em alta velocidade tende a romper a gravidade. Se ele pesa 300 quilos, passando numa balança em alta velocidade, seu peso apurado vai ser bem menor. No caso da centrifugação de uma bola atrelada a um fio, em posição horizontal, o movimento tende a descrever uma corda em relação à curvatura da Terra. Uma vez que a bola entra em movimento temos o problema da inércia. Ela empurra energia. E a energia retomando seu espaço em avalanche empurra a bolinha. No caso da centrifugadora de roupas, energia inercial completa o empurrão. A energia, que retorna de cima para baixo, ajuda a prensar a roupa, mantendo-a na periferia do compartimento.

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  106. Ênio Del Grossi

    Como vemos a inércia na máquina de lavar roupas na centrifugação? – O eixo empurra a roupa para longe do centro. O eixo também empurra energia junto com a roupa. Não podemos esquecer que, o eixo sendo matéria, ele é energia. Pelo fato de energia ser empurrada juntamente com a roupa, ela, a roupa não se aparta da parede da máquina para voltar ao centro. É certo que a energia empurrada para fora ameaça deixar uma lacuna junto ao eixo. Então parte da energia empurrada só pode voltar vinda de cima. Resumindo: energia inercial vai em direção à periferia e deve voltar de cima para baixo. Só pode voltar de cima para baixo por não haver espaço suficiente, apesar de ameaço de lacuna.

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  107. Ênio Del Grossi

    Existe mistério na centrifugação? Existe cálculo matemático que avalia tal evento. Mas nunca se viu um físico explicar o porquê da centrifugação. Existe realmente a fuga do centro? Ou não? Digamos que estamos girando uma bolinha de madeira presa a um barbante. Enquanto não a soltamos, ela fica girando. Quando soltamos o barbante a bola vai na direção que sugerimos. Na verdade não houve fuga do centro. A bolinha obedeceu ao último impulso motriz. Quando a bola ainda não é solta sugerimos muitos impulsos motrizes, mas a bola não escapa por estar presa. Quando ela é solta, só pode obedecer ao último impulso motriz. A direção que ela toma é a única opção. Então, trata-se de fuga do centro ou obediência ao último impulso motriz? Na centrifugação numa máquina de lavar roupas, a roupa é arremessada para longe do centro. Entendo isso como obediência ao último impulso motriz. Não propriamente fuga do centro, mas, sim, um arremesso através de empurrão para longe do centro. O mistério ainda permanece?

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  108. Ênio Del Grossi

    Sabe-se que a luz pode ser partícula e, em outras vezes, onda. Supõe-se que o fóton sendo partícula, a entrada e a saída de energia se dá através de fluxos ou jatos. Tal partícula sendo onda, a entrada e a saída se dão em forma ondulatória. Quando tal partícula é onda e partícula ao mesmo tempo? Supõe-se que a entrada se dá em fluxos ou jatos e a saída em aspecto de ondulações. Enfim, muitas indagações… Apesar do progresso científico e tecnológico, sobram ainda muitas dúvidas…

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  109. Ênio Del Grossi

    O fóton é tido como sem massa. Também sem carga elétrica. Se a carga elétrica é ZERO, ele é positivo e negativo ao mesmo tempo? Ao mesmo tempo que entra energia, escapa? Por esse motivo é que não se detecta massa? Trata-se de explosão e implosão alternadamente? Esse sistema de entrada e saída se manifesta em pulsações? Quanto mais pulsações por segundo, mais energia tem o fóton?

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  110. Ênio Del Grossi

    Sabemos que o fóton é um bóson. É uma partícula sem massa. Se é sem massa é uma partícula oca? O fóton pode ser, no caso, considerado um buraco? Se ele é sem massa, vazio, onde está a energia do fóton? Em volta de si? Na periferia exterior?

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  111. Ênio Del Grossi

    Um tipo de bóson para cada tipo de férmion? Essa ideia está sendo abandonada? Se admitirmos que uma partícula positiva é emissora de linhas de força, quando esgotada recebe um bóson? A partícula negativa recebendo tais linhas ficando saturadas? Dela desprende um bóson? Se não há bósons correspondentes para todos os tipos de partículas? A antipartícula saturada passa a emitir linhas de força, tornando-se positiva? A positiva esgotada passa a receber linhas de força, tornando-se negativa? Começamos a acreditar que existem muito mais tipos de energia circulando por este cosmo e um número quase incalculável de linhas de força. Os estudos estão apenas começando!!…

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  112. Ênio Del Grossi

    Sobre inércia – se o raciocínio for viável, concluímos que o campo energético que nos circunda é SEMI-COMPACTO ou quase compacto. Se não fosse compacto a resistência ao iniciarmos o movimento seria quase imperceptível e a inércia também pouco perceptível. Ao movimentarmos ameaçamos deixar atrás de nós uma lacuna. O preenchimento dessa lacuna acontece numa espécie de avalanche que empurra. Daí a dificuldade em cessar o movimento.

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  113. Ênio Del Grossi

    Inércia? O que causa a inércia? Será possível explicar de modo grosseiro o agente causador da inércia? – Estamos inundados num campo energético. Quando nos locomovemos empurramos essa massa energética que está adiante de nós. Então rompemos a resistência que ela nos proporciona. A dificuldade de romper tal barreira energética sugere uma tendência de nos manter estáticos. Quando nos movimentamos, por breve momento, atrás de nós há um vazio energético. A energia que preenche esse vazio nos empurra. Esse empurrão sugere a tendência de sempre permanecermos em movimento. – Esse modo de explicar não é coisa de louco? Atribuir mecânica ao fenômeno da inércia?!!!!!……

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  114. Ênio Del Grossi

    Sendo o Universo membrana vibratória, é possível especificar a medida da espessura da membrana? Em milímetros? Centímetros? Digamos que a membrana está se expandindo, então não podemos determinar comprimento ou diâmetro. Se a membrana está se expandindo, sua espessura vai se tornando mais fina? É certo que, se a membrana é vibratória, encontram-se nela altos picos e profundos vales. Isso justifica a diversidade e a não monotonia do Universo. Recomenda-se fazer busca na Internet: “CRISE NA COSMOLOGIA”.

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  115. Ênio Del Grossi

    É coisa de louco!… Dizer que a complexidade de um cérebro é regida por uma mecânica simples… O mesmo princípio mecânico do arrastar uma mesa… No bairro São Luís (em Itu) o dono de um terreno mandou escrever em seu portão: “SIMPLICIDADE GERA INTENSIDADE”. Sei que o Cosmo é mais que complexo, mas o princípio que rege tudo isso deve ser simples demais…

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  116. Ênio Del Grossi

    Estou acreditando que o psiquismo humano e animal é de natureza física, energética e mecânica. Uma Sociologia não alicerçada na Física, suponho, não resolve problemas sociais. Pelo jeito, qualquer ideologia social não afinada com a Física está fadada ao desgaste ou ao fracasso.

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  117. Ênio Del Grossi

    Um é egoísta, outro é altruísta. Um é competente, outro é incompetente. Um é atuante, outro é indolente. Um é inteligente, outro é deficiente. Um é sábio, outro é ignorante. Bons emissores de linhas de força? Bons receptores de linhas de força? Emissores esgotados recebem blocos bosônicos para suprir? Receptores saturados ejetam blocos bosônicos para alívio? O melhor emitindo linhas e, de repente expulsa um bosônico, está deixando de ser o melhor? Se o pior começa a emitir algumas linhas de força, está deixando de ser o pior? O que dizer? – Precisamos de muita pesquisa. Nosso trabalho está só no começo!!!

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  118. Ênio Del Grossi

    Na área de Psicologia suspeitaram de circulação de energia nos fenômenos mentais. Espiritualistas aproveitaram a deixa e botam energia em tudo. Tornou-se a palavra da moda. Mas isso é pouco. Afinal quem conhece a dinâmica da energia? Quem conhece a real dinâmica das forças? Quem conhece a lei básica da Mecânica? Pelo que pude apurar, a sociedade é multi-polarizada e no relacionamento humano circulam um número demasiadamente grande de linhas de força. Enfim, vários tipos de linhas de força e várias formas de energia rodam por aí. E… o trabalho dos amigos pesquisadores está apenas começando! – A Física integrando todas as áreas…

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  119. Ênio Del Grossi

    Pelo que se pode apurar existe muito mais energia neste cosmo do que podemos avaliar. Muitos e muitos tipos de linhas de força. Se um aluno é top em Matemática e péssimo em Geografia, em uma modalidade é grande emissor. Em outra é grande receptor. Se é razoável em Português, nessa modalidade há equilíbrio entre emissão e recepção. Energia tornou-se palavra da moda. Doutrinas esotéricas e espiritualistas usam e abusam dessa palavra. Tais doutrinas tentam se apropriar da Mecânica Quântica na tentativa de comprovar suas crenças. Mas muitos desses espiritualistas desconhecem os fundamentos da Mecânica. Não quero entrar em choque com nenhuma corrente religiosa, mas precisamos ser racionais. Parece que a Física bem investigada pode nos fornecer a chave para decifrar todos os enigmas. Ela une e comanda todas as ciências e a Matemática entra como ciência auxiliar.

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  120. Ênio Del Grossi

    Será que tudo é matéria neste Cosmo? Vários níveis de matéria? Matéria mais grosseira? Matéria mais refinada? Negaremos o espiritual? Ou o que entendemos por espírito é uma forma muito refinada de matéria? Será que nada escapa da Física? Podemos não acreditar em vida após a morte. Mas se de um corpo morto escapar alguma forma de energia? Se acreditarmos que inteligência provém de alguma forma de matéria-energia? De um jeito ou de outro a Física sempre fala alto!!!

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  121. Ênio Del Grossi

    Falta-nos conhecimento de Física. Tentaram elaborar teorias sociais visando uma sociedade justa e igualitária. Mas não sabemos que motivos energéticos, físicos e mecânicos provocam a existência de egoístas e altruístas. Essas causas levam alguma pessoa a ser atuante e outra a ser passiva. Com isso o capitalismo falha, o socialismo falha e o comunismo também falha. Não posso dizer que a tal sociedade ideal não possa existir. Essa atual Sociologia pouco pode fazer. Precisamos entender que Antropologia e Sociologia são Física pura.

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  122. Ênio Del Grossi

    Cada um de nós é melhor em determinada modalidade. Em tal modalidade somos grandes emissores. Mas em outra atividade sou o pior. Sou grande receptor.Em outras atividade somos medianos. Então há equilíbrio entre emissão e recepção. Mas alguém pode perguntar: – quando o emissor se torna esgotado? Temos uma saída: recebe ou bloco bosônico para supri-se. Se o receptor estiver saturado? – Supõe-se que dele escapa um bloco bosônico. Se os mais ricos são emissores de linhas e receptores de bosônicos, mas, se, de repente dele escapa bloco bosônico? É sinal que ele está se empobrecendo. Mas, se dos mais pobre começa escapar linhas de força ao invés de bosônicos ,significa que estão saindo da pobreza. Nessa ficção, nessa suposição envolve mecânica pura. Não escapa da Física!!! Por enquanto suposição, mas cremos que nada escapa da Física!!!

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  123. Ênio Del Grossi

    Encaro a Psicologia como ramo da Física. Conheci um comerciante que disse:”- Não gosto de vender artigo médio por preço médio. Boto bem lá em cima ou bem baratinho”. Isso é uma forma de psicologia comercial, aliás, psicologia popular popularesca! Mas essa técnica para ele sempre funcionou. O que isso tem a ver com a Física? – O melhor é o maior emissor de linhas de força e o pior é o maior receptor. O mais forte é o maior emissor e o mais fraco o maior receptor. O mais rico é o maior emissor e o mais pobre o maior receptor. Mas alguém vai dizer: “os extremos se tocam”. Mas eles não sabem porque se tocam. – Um motivo mecânico provoca a convergência entre os extremos.

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  124. Ênio Del Grossi

    Filosofia faz algum sentido? Hoje sinto a grande possibilidade de unificar todas as ciências em um só tronco. A Física deve ser a ciência mestra. A biologia, a Química e as humanas como Psicologia, Sociologia e Antropologia seriam, no caso, ramos da Física. Devo citar que muitos esotéricos baseiam-se nos sete princípios herméticos. Entre tais princípios destaca-se o da POLARIDADE, no qual ouvimos esta afirmativa: “os extremos se tocam” . Segundo eles isso é válido tanto no mundo físico como no mental. Mas o que o pessoal não sabe é que existe uma causa mecânica que faz os extremos se tocarem. Então certamente concordaremos com Stephen Hawking: “FILOSOFIA MORREU. SÓ NOS RESTA A FÍSICA”

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  125. Ênio Del Grossi

    Quando observarmos com mais critério os fenômenos ópticos tais como as refrações, a reflexão, a difração e a absorção, constataremos que o princípio básico da Mecânica não é violado. A mesma mecânica do arrastar uma cadeira é válida em todos os sentidos na imensidão cósmica. É certo que buscamos a realidade. Queremos o realismo. Mas ideias de fantasia integram o cérebro humano. Isso deve ser da nossa natureza. Quando nos deparamos com um fenômeno desconhecido o consideramos como algo mágico e inexplicável. Mas após investigação e observação vemos que tudo se encaixa na lógica. Com isso acredito que precisamos de outra Física e de outra Cosmologia.

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  126. Ênio Del Grossi

    Nós, humanos, não sabemos observar os fatos. Vemos a imagem num computador e entendemos tal imagem como algo mágico ou algo que transgride o princípio básico de Mecânica. Quando se fala em Mecânica Quântica, entendemos como algo misterioso ou transcendental. Já tentam incluir a Física Quântica no espiritualismo, no esoterismo e no misticismo. Entendo que, numa fibra ótica, a luz conduzida obedece cegamente ao princípio básico de Mecânica. Acredito que as principais leis da termodinâmica derivam do princípio fundamental da Mecânica. Enfim, nosso modo de ver as coisas denota nossa fragilidade humana. Sejamos religiosos ou ateus, devemos estar cientes de nossa fragilidade.

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  127. Ênio Del Grossi

    Com o uso da fórmula conhecida, caminhando 10 quilômetros a 240 mil quilômetros por segundo, anda-se 6 quilômetros. O tempo que seria 0,000041666 segundos é reduzido para 0,000025 segundos. Sabe-se que o ângulo de curvatura de tal percurso é de 20 graus. Tem-se outra opção: a menor distância é a corda compreendida nesses 20 graus dos 10 quilômetros. Parece ser impossível um percurso inferior à corda. Então, no caso caminha-se 9,522246699 km aproximadamente e o tempo gasto será de 0,000039675 segundos enquanto o tempo para 10 quilômetros seria 0,000041666 segundos. Assim o que sofre redução não é o percurso total, mas, sim, o que excede a corda. A fórmula para tal cálculo não pode ser passada através da Internet devido à falta de condições técnicas. Segundo as fórmulas de Fitzgerald e Lorentz, o percurso inteiro sofre redução. Segundo o apurado a corda, a menor distância, não pode sofrer redução. O que dizer? – Minha palavra contra a palavra deles!!!!! O que podemos observar é que na cosmologia há muitas hipóteses e suposições, muitas delas fora do alcance da experimentação. No caso, a corda para 10 quilômetros na curvatura de 20 graus é, aproximadamente 8,805641747 quilômetros. Enfim, continua-se na busca da realidade cósmica!!!!

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  128. Ênio Del Grossi

    Se você percorre 480000 quilômetros na velocidade de 240000 km/s, o tempo gasto seria 2 segundos. Mas você, nessa velocidade, penetra num universo onde percorre uma curvatura mais amena (de 10 graus para 6 graus). Então o espaço percorrido passa a ser 288000 km ao invés dos 480000. Então é muito lógico que o tempo gasto será 1,2 segundos ao invés de 2. Se esse raciocínio estiver correto conclui-se que não ocorre viagem no tempo. Apenas no espaço. Se há equívoco no conceito de espaço-tempo de Poincaré, as fórmulas de Fitzgerald e Lorentz estão corretas. A ginástica que se faz é tentar elaborar uma teoria que respeite incondicionalmente as regras de Mecânica. Provavelmente a energia que flui num fio ou cabo não viola a Mecânica. Não foge da lógica.

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  129. Ênio Del Grossi

    Conforme a Teoria da Relatividade, sabe-se que viajando a 240000 km/s, 100 metros percorridos se reduzem a 60 metros. Mas numa teoria dizendo que isso é equívoco, sendo real nossa transferência automática para outro universo, como explicar? – Raciocinemos: se em nosso universo descrevemos uma curvatura de 10 graus, no outro universo a curvatura é de 6 graus. Assim a distância é reduzida. No outro universo, as distâncias sendo maiores, o ritmo das ocorrências de eventos é correspondentemente mais rápido. A passagem de um universo para outro não transgride os princípios de Mecânica. Apenas é alterada a velocidade de vibração da matéria/energia. Então se dá a interpenetração. Todas as teorias de Física sugerem a violação dos princípios básicos de Mecânica.

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  130. Ênio Del Grossi

    Para mudar de universo, creio, é preciso mudar a velocidade de vibração da matéria/energia. O que isso significa? Parece que se trata da frequência da onda (quando deixa de ser partícula). Mas quando se trata de partícula propriamente dita? – Deve ser a velocidade de fluxo da emissão/recepção (de + para -). Digamos que, no nosso universo a velocidade de emissão-recepção seja x, em algum universo ela x+1, em outro x-1. Mas, vejo outra opção: frequências das radiações de fundo de cada universo. Enfim, emitir a última palavra é difícil. Precisamos contar com várias opções.

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  131. Ênio Del Grossi

    Uma partícula pode estar em dois lugares ao mesmo tempo? Em três ou mais lugares? Uma partícula pode estar aqui e, ao mesmo tempo em Tóquio? Com explicar? – Talvez não seja bem isso. Uma partícula está aqui. A outra, que está em Tóquio, é sua réplica correspondente vinda de outro universo. digamos: é sua partícula gêmea. – Será que vivo pecando por excesso de racionalismo?…

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  132. Ênio Del Grossi

    Certo dia uma pessoa expressou-me sua dúvida sobre partícula virtual. Tentei explicar do meu modo. Disse a ela: pode ser uma partícula ainda em formação. Ou pode ser uma partícula presente, ao mesmo tempo, em nosso universo e em outro, não se encaixando perfeitamente em nenhum deles. – A explicação foi na base do “achismo”.

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  133. Ênio Del Grossi

    Nosso universo provavelmente teve origem na explosão de uma singularidade há mais de 13 milhões de anos. Quais as origens dos universos paralelos? Também por singularidade explodida e expandida? O mesmo com os universos interpenetrados? Os universos paralelos tiveram origem no mesmo momento do surgimento do nosso? Ou cada um surgiu em cada momento distinto? Nós, humanos, temos a capacidade de raciocinar. Mas quanto mais se raciocina percebe-se que a coisa vai ficando roxa!!!!….

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  134. Ênio Del Grossi

    A teoria que idealizava elaborar já está pronta. É sobre o funcionamento cósmico. Através da Internet não posso mencionar o mecanismo de atração/repulsão, nem o mecanismo no qual onda se torna partícula ou vice-versa. Motivos técnicos me impossibilitam. Em meus comentários posso ter me equivocado várias vezes e acertado em outras. Caso alguém ache algo válido em meus comentários, faça bom proveito. Não me preocupo em ser plagiado. Nunca me preocupei se uma ideia minha pudesse ser roubada. Parte omitida em meus comentários me prontifico a fornecer através do correio (estou lidando com um computador que não é meu). Na referida teoria os princípios básicos de Mecânica não são violados, o que não acontece em outras teorias. É uma teoria onde não se viaja no tempo. Simplesmente penetra-se num universo onde o ritmo das ocorrências é diferente do nosso. Desejo boa sorte a vocês internautas.

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  135. Ênio Del Grossi

    Conheço uma pessoa que assistiu a uma palestra do espiritualista TRIGUEIRINHO. O palestrante mencionou a existência de um local no Uruguai onde as pessoas que lá vão fazem uma viagem ao passado, entrando em contacto com a antiga civilização INCA. Entendo que lá ninguém viaja ao passado. Simplesmente penetra-se num universo que está historicamente mais atrasado em relação a nós.

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  136. Ênio Del Grossi

    Uma dúvida: viajarei no tempo? Ou entrarei num universo cuja ocorrência dos eventos é mais rápida ou mais lenta? É possível uma Física sem violação dos princípios clássicos da Mecânica?

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  137. Ênio Del Grossi

    Acredito que, quando se passa de um universo para outro, os princípios fundamentais de Mecânica NÃO são violados. É uma questão de mudança de velocidade de vibração da matéria. A meu ver, não existe “mágica” na Física.

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  138. Ênio Del Grossi

    Sabe-se que algum astronauta em missão espacial viajou no tempo. Viajou para o futuro, UM segundo com relação à nossa contagem de tempo. O astronauta realmente viajou para o futuro? Ou penetrou num universo cuja contagem de tempo está adiantada UM segundo em relação à nossa? – Provar a existência de universos interpenetrados e universos paralelos, creio, não é difícil. O que se observa é que todas as teorias de física tentam violar os princípios básicos de Mecânica. Talvez os princípios fundamentais da Mecânica não sejam violados.

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  139. Ênio Del Grossi

    Para alguns, acreditar em anjos, em deuses, pode ser fantasioso. Para outros, acreditar em espaço maleável e flexível pode ser esquisito. Afinal muita gente entende que espaço é impalpável assim como o tempo. Espaço vinculado ao tempo já era admitido por algumas religiões orientais. – Mas para quem tem pensamento demasiado concreto vai uma opção: – vivemos em ambiente energético denso e congestionado. Ao nos movimentarmos, esse ambiente energético é distorcido. Mas, como nossos corpos tem massas relativamente pequenas, não se detecta ondulações. Só em caso de deslocamentos de corpos muito massivos são detectadas ondas. Esse campo ou ambiente energético seria constituído de quanta minúsculos e dinâmicos, embora o ambiente seja congestionado. Se isso é energia escalar, não é como Tesla pensava. Também não pode ser éter. Os antigos não imaginavam um éter desse jeito. Além do mais, a luz não precisa de um meio para se propagar. Comparando: num recipiente cheio de farinha de trigo arremessamos uma bolinha de gude. A porção de trigo é distorcida segundo a forma da bolinha. Nossas mentes podem elaborar teorias para todos os gostos!!!…

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  140. Ênio Del Grossi

    Uma partícula pode passar por duas fendas ao mesmo tempo?Digamos: numa mesa de bilhar a mesma bola pode cair em duas caçapas? Como explicar? – O que se sabe é que uma partícula não tem forma definida. No mundo quântico podemos admitir que a partícula seja esférica, semi esférica, esfera deformada e até mesmo um fino filamento. A primeira “parede” tem duas frestas. Na parede seguinte as partículas deixam seus vestígios. Cada partícula que escapa da origem ou passa por uma abertura ou por outra. Mas se ela se apresenta com a forma de um fino filamento, consegue atravessar a primeira parede. Mas, ao atravessar, encontra algumas barreiras energéticas que a fazem perder a condição de filamento. Então quando escapa da primeira “parede” vai deixar vestígio na “parede” de fundo. Se este raciocínio de leigo estiver correto, a partícula não passa pelas duas fendas. Ela simplesmente atravessa. O que mais dizer? Dúvidas, dúvidas e dúvidas…

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  141. Ênio Del Grossi

    Caso seja possível comprovar a teoria das p-branas, pergunta-se: qual a espessura das membranas? É quilométrica? Ou sua espessura é de anos-luz? ´Será possível dobrar as membranas de modo a encurtar distâncias? É bom também examinarmos outras teorias. Uma delas diz que o Universo é projeção holográfica. Outra diz ser nosso universo uma simulação computacional da parte de uma super-civilização – assim sendo não somos realidade, mas uma “realidade” virtual. Existem muitas teorias geniais. Existem grandes gênios de QI acima de 200 pontos. Da minha parte, meu QI é mediano (para não dizer: medíocre). Mas fico espantado ao observar que, muitas vezes, estou empurrando para cá ao invés de puxar. O que me espanta é ver que ninguém trabalha com o básico, que após muitas observações, percebi que se apresenta como absoluto – não é relativo. Tenho que raciocinar muito. Todos nós precisamos raciocinar!… e muito…

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  142. Ênio Del Grossi

    Foi através da notícia sobre a colisão entre dois buracos negros que soubemos da descoberta das ondas gravitacionais. No último comentário lancei minhas dúvidas. Só nos resta dizer que precisamos raciocinar. A questão é essa: estamos puxando ou empurrando para cá? Descobri o básico. Em cima do básico é que trabalho. Trabalhando assim, começo a desconfiar que a realidade cósmica é mecânica pura. Uma pergunta: minha descoberta serve ou não serve para animar algum programa humorístico?

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  143. Ênio Del Grossi

    Finalmente foram descobertas as ondas gravitacionais previstas por Einstein. São ondas de um espaço distorcido ou ondas de algo que existe no espaço? Segundo Einstein estamos num espaço-tempo flexível. Tesla acreditava que estamos envoltos num “mar” de energia escalar. Afinal é o espaço que distorce e se ondula? Ou se trata de ondulações de escalares? O problema é que se a última opção prevalecer não podemos considerar o tempo como quarta dimensão. Quanto à realidade cósmica tenho grandes dúvidas por ter descoberto algo desconcertante: o cavalo ao “puxar a charrete empurra para poder puxar. entendo que isso é o básico com o qual ninguém trabalha.

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  144. Ênio Del Grossi

    Partículas virtuais eram um grande desafio. Para mim era difícil entender. Na primeira opção, ela se encontra indefinida, entre dois universos, não se encaixando perfeitamente em nenhum deles. Na segunda opção, uma falha ou pequena área rarefeita com capacidade receptiva de um elétron deve ser elétron virtual. Já uma nuvem escalar mais ou menos densa que se desloca e sendo correspondente à capacidade emissora de um pósitron seria um pósitron virtual. Hipóteses e mais hipóteses!!! Suposições e mais suposições!!! – Onde vou parar???….

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  145. Ênio Del Grossi

    Sobre partículas virtuais há muito tempo tentei entender. Depois de tantas suposições a trancos e barrancos obtive duas opções, duas versões. Na primeira considero que uma partícula virtual pertence, ao mesmo tempo, ao nosso universo e a um outro universo interpenetrado (se considerarmos que o Cosmo seja formado de muitos universos interpenetrados). Na segunda versão ou opção temos que considerar a existência da energia escalar, sendo a sua distribuição pelo espaço de maneira irregular. Assim uma pequena área rarefeita nos sugere uma partícula negativa apta a receber algum fluxo. Por outro lado, nuvem de energia escalar mais ou menos densa que se desloca. Isso sugere partícula positiva. No caso partícula virtual deve ser partícula em formação. No caso de próton e nêutron virtuais, um trio de quarks virtuais. Isso só pode valer se uma partícula positiva é emissora e a negativa seja receptora. Raciocínio correto ou incorreto?

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  146. Ênio Del Grossi

    Sobre estabilidade de núcleos atômicos muito se tem discutido. Até cogitaram de “números mágicos”. Mas essa ideia vem caindo por terra. Fala-se de organizações de camadas que formam os núcleos. Mas se fatores externos contribuem para a estabilidade nuclear? Supõe-se que que o ferro seja o núcleo mais estável. Mas se esse núcleo de massa 55,8 entra em ressonância com ondas de energia escalar compatível? Energia escalar existe? Aparece em ondas ou não? Nikola Tesla suspeitava com certa convicção. No caso, essa frequência da escalar é mais abundante de modo que só o ferro é beneficiado. Se energia escalar é real não temos certeza.

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  147. Ênio Del Grossi

    No caso da molécula de cloreto de gálio, o átomo de gálio fica na base do “triângulo invertido”. Então o gálio fica com um lado exposto ao bombardeio de neutrinos. Apenas um lado. Para tentar a explicação disto foi preciso fazer uma ginástica daquelas!!…

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  148. Ênio Del Grossi

    Para conseguir justificar a causa da transformação do gálio em germânio, procurei na Internet os orbitais da molécula GaCl3, mas não consegui. O máximo que consegui foi o esquema do “triângulo invertido” num site estrangeiro. Pelo que averiguei, a energia dos neutrinos, através de duplicação, acrescenta um próton, um elétron e, ao menos, quatro nêutrons. Assim tem-se gálio (31) tornando-se germânio (32).

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  149. Ênio Del Grossi

    Gálio é transformado em germânio nesta situação: cloreto de gálio submetido a bombardeio de neutrinos. A molécula de cloreto de gálio tem esta fórmula: GaCl3. A única coisa que achei foi este esquema: é formado um triângulo invertido com um cloro no vértice inferior. Conforme averiguei, a última camada do gálio pode, em alguma ocasião, ficar sem nenhum elétron. Nessa situação as camadas se distanciam do núcleo, se alongam e a distância entre os elétrons da penúltima camada se alonga. Assim algum elétron encontra-se desprotegido e o núcleo exposto à avalanche de neutrinos. Então a força dos neutrinos atinge um elétron duplicando-o. O impacto de neutrinos atinge, ao menos 4 nêutrons, duplicando-os. O próton como é mais estável, apenas um deles é atingido e duplicado.

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  150. Ênio Del Grossi

    Neutrinos seriam responsáveis pela instabilidade dos últimos elementos químicos artificiais? – Pensamos que os neutrinos passam pelo espaço vazio da matéria. Talvez partículas bem protegidas e com velocidade adequada consigam barrar neutrinos. No caso dos últimos elementos artificiais, as últimas camadas são muito distantes do núcleo e a distância entre os elétrons seja muito grande. É de se esperar que a velocidade dos elétrons da última camada seja menor. Assim, vários elétrons estão desprotegidos e os núcleos, muito grandes, são facilmente atingidos por neutrinos. Com isto núcleos podem ser desmantelados por avalanche de neutrinos. O que precisamos verificar é se este raciocínio está correto…

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  151. Ênio Del Grossi

    A crença de que o poder de atração do quark aumenta quanto maior a distância talvez não seja válida. Ao lado de um quark isolado surge imediatamente seu par. Quando o quark aparece sozinho, o que podemos supor? Se é positivo sua abertura para emissão ainda é insuficiente. Se é negativo, abertura para recepção ainda insuficiente. Acredito que a interação começa quando aparecerem condições adequadas.

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  152. Ênio Del Grossi

    Vivemos num universo de paradoxos ou os paradoxos são apenas aparentes? Se fora do Universo não há espaço, como ele pode se expandir, se, em sua volta não há espaço? Pode haver expansão sem espaço para expandir? Mas, parece haver uma saída: o espaço está se expandindo. No início do Universo, ao redor da singularidade não havia espaço. Como ela se expandiu? Quanto mais se tenta resolver problemas, novos problemas aparecem !!…

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  153. Ênio Del Grossi

    O problema exposto por Neil Degrasse Tyson pode ser explicado? Vamos tentar. Separação de quarks. — // — QUARK POSITIVO PERDE SEU PAR NEGATIVO :::: A emissão enfrenta um “oceano” de energia escalar externa. Isso é um obstáculo. A emissão congestionada torna-se estrutura do quark parceiro negativo. A emissão continua. Mas não consegue se espalhar no interior do quark negativo. Há condensação que dá origem ao glúon. — // — QUARK NEGATIVO PERDE SEU PAR POSITIVO ::::: Esse quark fica com “abertura”, o que possibilita a entrada de energia escalar. O volume de energia que entra é muito grande. Parte do que penetra escapa. Mas o “oceano” de energia escalar externa é obstáculo. Então o que escapa torna-se estrutura do parceiro positivo. A emissão do positivo, sendo menos intensa, consegue se espalhar no interior do quark negativo, sendo que o glúon já está formado. — / — Pelo que o autor expôs, quando se consegue separar quarks, o par de cada um deles surge imediatamente. Mas precisa-se saber se esta explicação é lógica……

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  154. Ênio Del Grossi

    Foi noticiado agora há pouco algo sobre o buraco negro no centro da galáxia NGC 1068. Acho que esse nome “Buraco Negro” deve ser trocado por um outro nome mais adequado. Percebi que o buraco negro não é tão negro assim. Olhando a foto percebe-se que do centro escapa luz. O centro é bem visível. Só podemos dizer que Stephen Hawking teve uma visão bem ponderada ao dizer sobre eles há alguns anos. Os que obtiveram tal foto comparam as nuvens que o circundam a um donut. Se dele escapa luz, o nome de tal corpo deveria ser outro, mas não “buraco negro”.

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  155. Ênio Del Grossi

    Para obter explicação mecânica sobre o problema mencionado por Neil DeGrasse Tyson sobre tentativa de se separar quarks sou obrigado a contar com a existência da energia escalar sonhada por Tesla (a energia livre que preenche todo o espaço).

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  156. Ênio Del Grossi

    No livro ORIGENS, de Neil DeGrasse Tyson, o autor fala sobre separação de quarks. Apesar de difícil, ele diz que quando acontece, parece que o “elástico” que os prende, após arrebentado, um outro quark parceiro aparece no lugar do antigo. Segundo o autor, fica-se na estaca zero. Mas o que é curioso: ele nada diz do glúon. De início pensei: – Isso parece que não posso explicar. Mas estou vendo uma luz: a explicação de tal fenômeno é questão de pouco tempo!

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  157. Ênio Del Grossi

    Finalmente consegui ler UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO de Hawking. Em determinado capítulo consta: uma partícula vivendo ao mesmo tempo 37 estados. Explicação mecânica? – Cada setor da partícula apresenta diferentes formas de comportamento, totalizando 37. – Fala de Feynman sobre uma partícula viver, ao mesmo tempo várias histórias. Entendo que cada setor da partícula teve uma origem diferente. Será que encontrei uma saída mecânica para justificar?

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  158. Ênio Del Grossi

    Cordas enroladas ou membranas enroladas? O diâmetro do rolo tende a Zero. Acredita-se de tratar-se de alguma dimensão extra. Isso só pode ser representado graficamente com valores tridimensionais. Pelo fato de cordas ou membranas terem forma, essas dimensões extras não seriam versões do tridimensional? Talvez minhas ideias pareçam estranhas, mas depois de deixar de acreditar que o cavalo “puxa” a charrete minhas ideias sobre o Cosmo acabaram mudando. Puxar… até que ele puxa, mas não nos cientificamos de que ele empurra para poder puxar. Com isso passei a não acreditar em atração mágica nem em repulsão mágica.

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  159. Ênio Del Grossi

    Se a partícula positiva é emissora e a negativa receptora, no mundo de antimatéria o antipróton é instável e o antinêutron é estável. Antipróton: -2/3 + 1/3 – 2/3. Um anti-down sustenta dois anti-up. – Antinêutron: +1/3 -2/3 +1/3. Dois anti-down sustentam um anti-up. –/– Quanto ao glúon: Na primeira fase de emissão e recepção (emissão mais intensa), no interior da partícula receptora, o que é emitido não consegue se espalhar. Então no interior do quark temos efeito encaixe ou presilha após a condensação forçada. Condensa-se massa entre os quarks e, logo depois, efeito encaixe na partícula positiva. Seria um modo demasiadamente racional de explicar as coisas?… Fazendo uso de uma mecânica não intuitiva?!!!…

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  160. Ênio Del Grossi

    O glúon é análogo a cola? Partícula colante? Talvez não. Parece que está mais para encaixe. Se a partícula negativa é receptora e a positiva emissora, a emissão sendo intensa e não havendo expansão esperada na partícula receptora, o que é emitido se “condensa”. Primeiramente na partícula negativa e logo na positiva. Então a dificuldade de se separar quarks. Acredito que, se fosse partícula colante não poderíamos justificar a fácil queda do nêutron. Assim a existência do glúon vai depender da emissão da partícula positiva. Se esta hipótese está certa o glúon não existe por si só. Enfim preciso estudar mais a respeito

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  161. Ênio Del Grossi

    Se Mersini-Houghton estiver certa, no centro de cada galáxia há um campo gravitacional muito forte que parece ser buraco negro. Mas não o é. Ela diz que buraco negro não existe. Na inexistência de buraco negro não há singularidade, o que impossibilita o big bang. Ela alega que uma estrela perdendo radiação automaticamente perde massa. Assim sua força gravitacional diminui ao invés de aumentar. Mas o universo está se expandindo. Será que passa por entropia? Ou alguma galáxia está escapando de nosso universo e penetrando num universo vizinho? Se é assim, precisa ser revisto nosso conceito de espaço-tempo?

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  162. Ênio Del Grossi

    Raramente fazia a pergunta sobre a origem do Universo. Minha pergunta constante era: – Como funciona o Cosmo? Depois que descobri que não estava puxando, mas empurrando para cá, adquiri uma outra visão de Mecânica e outra ideia sobre o Cosmo. Minha intenção não é tornar-me mecanicista, mas acredito que a Mecânica é inerente a tudo.

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  163. Ênio Del Grossi

    Mersini-Houghton está certa? Ou não? Se uma estrela se esgota, ela acaba com menos massa, uma vez que massa se associa a energia. Caso ela venha a expelir radiação, por tabela ela perde massa. Assim sendo sua força gravitacional diminui ao invés de aumentar. Assim sendo não há buraco negro nem singularidade. Se não há singularidade não pode haver big-bang. Se antes do big-bang não havia espaço-tempo, havia lugar para a singularidade ficar para explodir? Havia momento para ela explodir, sendo que não havia tempo?

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  164. Ênio Del Grossi

    Se fosse possível acelerar um corpo na velocidade da luz, segundo fórmula conhecida, ele sairia do ponto A e chegaria ao ponto B instantaneamente, gastando tempo ZERO e percorrendo espaço ZERO. Mas a luz do Sol (que transita na velocidade da luz) leva cerca de 8 minutos para chegar até nós. Sua chegada não deveria ser instantânea? – Afinal ela é luz e com a velocidade da luz. Então penso que a realidade espaço-temporal não muda. O que muda é a noção de espaço-tempo. No caso de alteração de tempo acusada por um relógio atômico, penso que ocorra lentidão em sua mecânica interna. Inclusive na mecânica inter-partículas.

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  165. Ênio Del Grossi

    Há algum tempo manuseei um livro de química. Nele constava que spins contrários sugeriam atração e spins favoráveis repulsão. Tomei então duas pequenas bolas de mesmo tamanho e de mesma massa. Acreditava que iria obter certa paralisação de ambas, sendo que permaneceriam juntas. Cada uma delas girava em sentidos diferentes, mas, ao se encontrarem, ambas se afastaram. Não houve paralisação nem atração. Apenas se afastaram com certa diminuição de velocidade. Na questão de atração-repulsão abandonei essa ideia. Preferi acreditar que a partícula positiva é emissora e a negativa receptora, sempre acreditando que em atração e repulsão são necessários trâmites mecânicos.

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  166. Ênio Del Grossi

    A escola de pensamento chamada “Trilogia Analítica” alega que a mente humana está invertida, a sociedade invertida e, consequentemente, a ciência também se encontra invertida. Então eles sugerem uma nova física desinvertida. Segundo esse pensamento eletricidade não existe. Tudo é magnetismo. Partículas também não existem. O que se entende por partículas trata-se de fagulhas magnéticas. Eles editam mensalmente um jornal de nome STOP distribuído gratuitamente na capital paulista e na Grande São Paulo. Isso pode parecer estranho e polêmico. Os engenheiros dessa entidade conseguiram desenvolver um motor, segundo alegam, de baixo consumo de energia e benéfico ao meio ambiente.

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  167. Ênio Del Grossi

    A trancos e barrancos tudo o que desejei explicar consegui. De um modo estranho, é verdade. Encontro justificativa para eletromagnetismo, conceito de carga elétrica, atração-repulsão, mecanismo da inércia, gravitação, efeito Doppler, motivo da perpendicularidade dos campos eletromagnéticos, partícula se tornando onda e vice-versa, o motivo da inseparabilidade dos quarks e mais outros. Li vários livros de Física, comprei livros de Matemática de nível universitário. Coleciono 9 certificados de cursos por correspondência, mesmo tendo currículo universitário interrompido. Parece loucura: encaro a realidade cósmica baseando-me numa mecânica bem primitiva.

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  168. Ênio Del Grossi

    Há algum tempo estava eu caminhando com uma revista na mão. Encontrei um conhecido perguntando sobre o assunto da revista. Respondi: – É um revista científica. Ele me retruca: – Ciência é só suposição. Sei que algumas teorias surgem de observações da prática do dia-a-dia. Outras surgem de hipóteses. Outras surgem de lógica matemática. O que é vindo de hipótese aguarda confirmação ou rejeição. O que me espanta é que as grandes cabeças não atentaram para a coisa mais simples. Em publicações científicas costumam empregar indiscriminadamente o verbo PUXAR. Percebi que um puxão ao se mostrar real ele se dá através de uma combinação de forças. A força que puxa não existe por si só. Na maioria dos casos empurra-se para se conseguir puxar. Infelizmente essa faceta da Mecânica as grandes cabeças desconhecem. Coisa mais fácil do mundo é observar um cavalo “puxando” uma charrete. Enfim, sou detentor da DESCOBERTA MAIS RIDÍCULA DO SÉCULO. Será que estou disputando o Prêmio Ignóbil?

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  169. Ênio Del Grossi

    Retificando: ambos viajam em tempo dos nosso 30 segundos. O que viaja a 10 mil km/s o relógio atômico acusa um tempo menor e o que está a MIL km/s, o tempo é um pouco maior. Entendo que cada relógio sofre uma forma de pressão mecânica. O ritmo das partículas subatômicas, no caso, varia de relógio para relógio. Entendo ser uma questão de mecânica.

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  170. Ênio Del Grossi

    Suponhamos dois viajantes: um deles a mil km/s, outro a 10 mil km/s. Ambos monitorados por relógios atômicos. Ambos percorrem 100 mil quilômetros. Ao que viaja a 10 mil km/s o relógio acusa um tempo um pouco menor. O que posso dizer? A cada velocidade as partículas subatômicas dos relógios comportam-se de modo um pouco diferente. Acredito em interferência mecânica em caso de aceleração. Então penso que o que se altera não é o tempo propriamente dito, mas, sim, a noção de tempo.

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  171. Ênio Del Grossi

    Tentamos interpretar um paradoxo: dois gêmeos idênticos. Um vive ao nível do mar. Outro numa altíssima montanha. Espera-se que o que reside ao nível do mar viva um pouco mais. Como interpretar? – O que vive ao nível do mar sofre mais pressão gravitacional. No da alta montanha a gravitação pressiona menos. Então o ritmo metabólico do que está à beira-mar é um pouco mais lento devido maior pressão das forças gravitacionais. Então entendo que é uma simples questão de mecânica. A diferença entre os tempos acusados por dois relógios atômicos também acho ser uma questão de mecânica.

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  172. Ênio Del Grossi

    Uma escola de pensamento científico chamada “Trilogia Analítica” tem uma idéia diferente sobre gravitação. Afirmam que, se existisse apenas a força gravitacional, estaríamos plantados e imóveis sobre a superfície da Terra. Então, em contrapartida, existem as antigravitacionais ou elevatórias Avalio então: não escapamos do planeta porque as antigravitacionais saem em divergência e as gravitacionais nos chegam em convergência. Eis a pequena vantagem das gravitacionais.

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  173. Ênio Del Grossi

    Cogita-se que tempo-espaço só pode existir no Universo. Esse continuum é finito. Um dia perguntei a alguém muito estudioso: – O espaço sendo finito, o que há para além do espaço? Ele, não sabendo o que dizer, respondeu: espaço. – Pelo que averiguei investigando várias teorias, concluí que o que muda é a NOÇÃO de tempo e a NOÇÃO de espaço. Apenas a noção é que muda. Assim entendo. Se além do espaço encontramos um vazio, esse vazio não seria outra versão de espaço?

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  174. Ênio Del Grossi

    Talvez possamos admitir que um UP servindo dois down, em certas situações fique “esgotado”. Esse UP chegando ao cúmulo da exaustão esteja encolhido e possibilita aos dois DOWN um contacto quase direto. No caso haverá repulsão. Mas os dois DOWN não podem escapar e chocam-se contra nêutrons vizinhos, podendo voltar. Esses choques resultam no esfacelamento de ambos. A masa-energia reaproveitada resulta em um neutrino, um elétron e um próton. A reorganização da massa talvez não seja tão difícil, uma vez que UP é emissor e down é receptor, a única diferença.

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  175. Ênio Del Grossi

    Conforme aprendi, num ímã, linhas de força circulam saindo do polo norte (+) e retornando pelo polo sul (-). Desconfiei que uma partícula positiva é emissora ou ejetora. E a partícula negativa é receptora. Será que isso justifica o decaimento do nêutron? – Um UP sustentando dois DOWN. Já o próton tem dois UP que sustentam apenas um DOWN. Isso justifica a estabilidade do próton e a instabilidade do nêutron?

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  176. Ênio Del Grossi

    Parece que a comunidade científica admite que é bom convivermos com a incerteza. Não sei se é possível chegarmos à certeza plena. Nos aproximaremos cada vez mais da certeza se deixarmos de acreditar em atração mágica e sucção mágica.

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  177. Ênio Del Grossi

    No caso de sucção com a boca, os movimentos com a lígua proporcionam o vazio para a entrada do líquido

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  178. Ênio Del Grossi

    Quando algo a ser sugado está no chão, neste caso, ele não pode ser empurrado diretamente. Ele é pressionado bilateralmente pelo ar que o circunda.

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  179. Ênio Del Grossi

    SOBRE SUCÇÃO: – Temos um copo com água. Retiramos um pouco dela com um conta-gotas. Apertamos a borracha superior. Parte do ar escapa do tubo. Desapertamos a borrachinha. No tubo as moléculas gasosas colidem-se frequentemente. Com as colisões muitas delas são empurradas para o vazio. Sobra espaço para a água. Moléculas de água colidem-se sempre. Tais colisões permitem que várias delas sejam empurradas para dentro do tubo. Enfim a água entra empurrada no conta-gotas.

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  180. Ênio Del Grossi

    Um dia estava tentando puxar algo, mas percebi que empurrava para cá. É relativo? – Perguntei a mim mesmo. Mudei de ponto de vista e continuei empurrando para cá. Então verifiquei que o fato era absoluto. Lembrei-me então do burro na carroça e do cavalo na charrete. Percebi naquele momento a impossibilidade de haver atração mágica. Mas e a sucção? – Um mês depois percebi que sucção não é puxão. A matéria sugada entra empurrada no recipiente. Era um mistério a ser solucionado.

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  181. Ênio Del Grossi

    Sobre hologramas, se minha hipótese estiver correta, a idéia de que uma parte contém o todo não é válida. Mas é verdade que minha suposição é arriscada demais.

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  182. Ênio Del Grossi

    Queria deixar de comentar, mas, felizmente ou infelizmente, voltei de novo. Tentei saber o motivo da distorção da imagem de um holograma partido. Suposições, suposições e muitas suposições!!!! -=-=- O funcionamento da holografia, além de encontrarmos em bons livros, encontramos muito facilmente na Internet. -=-=- Pelo que suponho a imagem é composta de muitos pontos hiper-nanoscópicos. Os pontos A são interligados entre si. O mesmo com outros pontos. Exemplo: A—–A, B—-B. Assim por diante. Como os pontos são interligados, partindo o holograma em dois pedaços, os pontos A vão para uma metade e os B para outra metade. Assim são obtidas duas imagens com qualidades diferentes da original. Suponhamos uma imagem formada por pontos A, B, C, D, E. Parte-se o holograma em três pedaços. Temos, entre muitas, esta probabilidade: um pedaço com A,B. Outro com C,D. O último com E. Assim a qualidade das imagens não pode ser idêntica a da original. A imagem original é reproduzida nos fragmentos pelo fato de haver interligação entre A e A , B e B, C e C. Assim por diante.

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  183. Ênio Del Grossi

    Existe bilocação? Relatos religiosos dizem que isso aconteceu. Será que dá para explicar? Vamos tentar. Num local está uma pessoa. Mas no local distante está outra pessoa sendo réplica que veio de outro universo paralelo idêntico ao nosso, mas com vibração de matéria diferente da nossa. Como posso entender, são duas pessoas: uma de nosso universo e outra, de outro universo. –//– Encerro meus comentários. Minha opção é uma outra Física. Emiti alguns conceitos válidos, outros absurdos, outros equivocados. O que posso dizer que a Física que bolei teve um ponto de partida: a observação de um burro “puxando” uma carroça.

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  184. Ênio Del Grossi

    Se para viajar milhões de quilômetros em apenas trilionésimos de segundo não precisamos de dobras no espaço-tempo nem de buracos espaço-temporais; se para isto basta-nos mudar de universo apenas mudando a velocidade da vibração da matéria, não estaremos na contramão? Isso nos pode levar à idéia de um cosmo com universos paralelos, cada um deles tridimensional.Admitindo um tempo infinitivamente passado e infinitivamente futuro e, um espaço infinito? Parece que admitindo isto estamos na contramão!!! Podemos admitir a existência de algum universo aparentemente monodimensional, mas, analisado a fundo é tridimensional. O mesmo com os aparentemente bidimensionais. Se a concomitância no suposto princípio da não localidade é um fato simplesmente mecânico, admitindo essa idéia estamos na contramão… Há essa altura não entendo mais nada!!!!!

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  185. Ênio Del Grossi

    Em todos os setores da vida caímos em truques de ilusionismo. Até mesmo em setores científicos. Pelo que vejo qualquer fenômeno bizarro focalizado pela Mecânica Quântica pode ser explicado racionalmente. No caso de uma partícula estar em dois lugares ao mesmo tempo e quando uma delas passa por duas frestas simultaneamente, entendo ser ilusionismo puro. No suposto princípio da não localidade, o sincronismo deve ser mecânica pura. Entendo que o único princípio válido é o da incerteza. Todos nós caímos num truque de ilusionismo quando vemos um cavalo puxando uma charrete. Não percebemos que ele empurra para poder puxar.

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  186. Ênio Del Grossi

    A velocidade da luz é o limite. Assim afirma a relatividade. Isso é válido para o nosso universo. Para driblar esse preceito temos que entrar em outro universo paralelo. Se no nosso universo a velocidade da luz é de quase 300000 km/s, pode existir outro universo cuja luz tem a velocidade de quintilhões x quintilhões de vezes 300000. Assim viajamos em velocidade permitida muito acima de 300000. No momento oportuno deixamos esse universo e entramos novamente no nosso. Assim chegamos ao destino gastando apenas bilionésimos de segundo. Para isso não se fazem necessárias as dobras do espaço-tempo. Basta apenas mudar a velocidade de vibração da matéria.

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  187. Ênio Del Grossi

    Vamos analisar a imagem de televisão, a imagem do computador. Aparentemente ela é bidimensional. Mas a formação da imagem implica em partículas. Hoje em pixels. Mas uma partícula tem um diâmetro de nanomilímetros. Então a imagem tem x de largura, y de altura e nanomilímetros de espessura. Então temos que admitir que a imagem acaba sendo tridimensional. Nas publicações científicas um corpo com 11 dimensões é representado com valores tridimensionais, o que dificulta o entendimento. Mas não me importo com isso, pois trabalho com outra Física

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  188. Ênio Del Grossi

    Segundo Einstein massa está intimamente ligada à energia. Isso é justificado pela fórmula mais conhecida do mundo. Se um corpo é acelerado, ele ganha mais massa. Entende-se que foi criada mais energia, uma vez que há interligação entre massa e energia. Isso contraria a lei da conservação de energia? Creio que não. Entendo que se acrescentarmos energia em algum lugar, temos que roubar energia de algum outro lugar. Assim sendo, um corpo ao ganhar massa-energia implica em vinda de massa-energia por todos os lados, de várias direções. Isso implica em colisão no centro e consequente escape de massa-energia.

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  189. Ênio Del Grossi

    Muitas das vezes que “puxamos”, estamos empurrando para cá. Quando se puxa uma cordinha ou barbante o puxão parece real. Mas a força que puxa não pode existir por si só. Para puxar o barbantinho, ele é pressionado, de um lado pelo indicador e, de outro, pelo polegar. A terceira força puxa. Nesse caso atuam três forças. Então a força que puxa não existe por si só. No caso de uma atração se faz necessária a combinação de várias forças. Não pode existir atração mágica. Se Newton observasse um animal movendo uma carruagem, sua Mecânica Clássica seria um pouco diferente e seriam abertas outras portas para os pesquisadores que o sucederam.

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  190. Ênio Del Grossi

    Sobre Não localidade as informações que obtive foram poucas. O que posso dizer é que dois átomos da mesma origem, do mesmo elemento químico, estando juntos tem spins contrários. Separados a grande distância continuam assim. Como ambos tem a mesma estrutura e a mesma condição, o mesmo tipo de evento interno que obriga à mudança de spin acontece em ambos. Então parece que há intercomunicação entre ambos sem emissão de sinais, mas pelo que entendo, é uma questão de mecânica interna e externa.

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  191. Ênio Del Grossi

    Sobre Não Localidade resumimos: na origem ambos tem spins contrários. Quando separados, os spins permanecem contrários. Ambos tem a mesma estrutura, isto é, a mesma condição. Se um evento interno obriga à mudança de spins, ambos mudam o sentido de spin porque o motivo interno que os afeta é o mesmo por causa de condições idênticas. Se esse raciocínio estiver correto, concluímos que o princípio de não localidade não existe. É certo que, na origem, ambos estando juntos devem ter spins contrários, tendo em vista o comportamento das bolas de futsal que foi observado. Elas juntas, uma girada da esquerda para a direita, a outra respondeu girando ao contrário.

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  192. Ênio Del Grossi

    Agora há pouco testei algo: coloquei duas bolas de futsal uma junto à outra. Uma delas girei da esquerda para a direita e a outra respondeu girando da direita para a esquerda embora com menor velocidade. Isso pode explicar o princípio da não localidade? – / – Visitei um site espiritualista relatando a experiência de Alain Aspect. Não sei se esse site fornece informações seguras. O que relata é que foram separados dois átomos de cálcio. Os spins eram correspondentes, um contrário ao outro. Vamos perguntar: já não eram contrários na origem? E se por motivos internos ocorre mudança de spin? Ambos estão sob as mesmas condições: se um muda de spin, outro também deve mudar. Se os dois, na estrutura molecular, estão juntos, é lógico que eles tenham spins opostos. Se condições inernas obrigam a mudança de spin, ambos mudam, pois ambos estão nas mesmas condições. Chego a essa conclusão após a observação do comportamento das bolas de futsal. -/- Será que se consegue explicar a não localidade através da Mecânica Clássica? Será que a mecânica de carroça vigora em qualquer situação?

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  193. Ênio Del Grossi

    Michio e mais alguns físicos admitem existirem no Cosmo elementos minúsculos cerca de 100 milhões x 100 milhões de vezes menor que um próton. Perguntamos: isso seria a energia escalar, a energia livre propalada por Nikola Tesla? – Quanto a teoria quântica na qual a energia aparece em pacotes (os quanta), será que existe processo de quantização, de desquantização e de requantização. Será que encontramos energia fora de pacotes?

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  194. Ênio Del Grossi

    Quanto ao Big Bang, uma dúvida: antes da explosão não havia espaço nem tempo. Somente após a explosão surgiram o espaço e o tempo. Não havendo espaço poderia haver local para a massa compacta se situar? Havia local para explodir? E não havendo tempo havia ocasião para a massa explodir? Este problema para mim é difícil demais.-/- No tocante a cálculos um número dividido por zero pode ser considerada operação impossível. Mas da minha parte considero o resultado dessa divisão como sendo número complexo. No tocante a operações com matrizes, em matrizes quadradas esporadicamente deparamos com algumas igualdades tais como: A x B = (-B) x A, / A x B = A x(-B) // e A x B = (-A) x B

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  195. Ênio Del Grossi

    Eis aqui um grande problema: um veículo voador rotativo transita em movimento linear a 240000 km/segundo e sua borda em rotação a 180000 km/segundo. Alguém viaja nele localizado bem na borda. Para nós passam 60 segundos. E para o viajante? A teoria da Relatividade não nos fornece meios para a resolução. Aplicando a fórmula conhecida temos para 240000 o valor 0,6 e para 180000 o valor 0,8. Se multiplicarmos 60 segundos por ambos os valores: 60 x 0,6 x 0,8 teremos o resultado 28,8 – 28,8 segundos? Para velocidade única o tempo é transformado para 36 segundos e para 180000, 48 segundos. Mas será que procedi de maneira correta? Afinal as atuais teorias não nos fornecem meios para resolver este problema.

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  196. Ênio Del Grossi

    A feliz observação do internauta Scaicowald me leva a dizer algo sobre operações com a matriz 2 x 2 e também a matriz quadrada 4 x 4 em casos raros obtém-se as igualdades: A x B = A x (-B) e A x B = (-A) x B. – Não tenho experiência com outras matrizes. Não sei se sua publicação se refere à Física ou à Filosofia. O que sei é que existe esta peculiaridade neste cálculos.

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  197. Ênio Del Grossi

    Einstein baseou-se em Poincaré e nos cálculos das transformações de Lorentz. Eis a teoria da Relatividade. Quanto à relação tempo/velocidade, a teoria só considera corpos em movimentos lineares. Noto omissões no tocante a corpos com dois movimentos e também nos corpos em movimentos rotativos. No movimento rotativo nos deparamos com um problema muito sério: a periferia do objeto em rotação apresenta certa velocidade. Esta vai diminuindo à medida que se aproxima do centro. No centro absoluto do corpo em rotação a velocidade é ZERO. Imagine alguém assentado sobre uma prancha rotativa de UM metro de diâmetro na velocidade periférica de 240000 km/segundo. O braço esquerdo na periferia viaja na velocidade citada, mas o braço direito está na velocidade de 180000 km/segundo. O tempo para o braço esquerdo é um. O tempo para o braço direito é mais rápido. A massa do braço esquerdo é maior e o volume é menor. O tempo para o braço direito é mais lento e a massa é menor, com volume maior. O corpo desse indivíduo sofre muitos tipos de distorção ao mesmo tempo. Como resolver esse problema? Apesar de todo o avanço, infelizmente, sabemos pouco. Tendo em vista que os atuais físicos tomaram como base aquilo que os antigos apuraram, se na base de apoio falta alguma coisa, nós temos uma jornada muito árdua pela frente. É incontestável que as atuais teorias dependeram das experiências dos mestres mais antigos. O que dizer? Nossa luta está apenas começando…

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  198. Ênio Del Grossi

    Ótima observação feita por Saikowald sobre operações envolvendo matrizes 2 x 2. Às vezes obtém-se A x B = A x (-B). Em outras situações: A x B = (-A) x B).

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  199. Ênio Del Grossi

    Para os que visitam este blog e também para seus autores: no momento entrar em contacto comigo está sendo impossível através da Internet. Por enquanto só pelo correio: – ÊNIO DEL GROSSI – Rua Floriano Peixoto, 226 – cep 13300-005 – Itu / SP //// Minha gratidão a todas e a todos.

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  200. Ênio Del Grossi

    Já que começamos a analisar fenômenos avançados através de elementos de mecânica vulgar, como justificar o fato de uma partícula girar em dois sentidos ao mesmo tempo (duplo spin)? Vamos apelar para o “ovo de Colombo”: um hemisfério gira em um sentido e o outro hemisfério gira em sentido oposto. Problema resolvido? Ou conseguimos enganar?!! – E no caso de um núcleo atômico estar, ao mesmo tempo, decaído e intacto ao mesmo tempo? – Um hemisfério do núcleo intacto e o outo decaído? Então o gato misterioso não está vivo e morto simultaneamente. Esse gato está VIVO e CANCEROSO. Justificar tudo isso através de uma mecânica comum é loucura??

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  201. Ênio Del Grossi

    Somos ansiosos para desvendar mistérios cósmicos. Fenômenos de mecânica avançada podem ser avaliados com o uso de elementos de mecânica convencional? Vamos tentar!! Com explicar o fato de uma partícula estar em 4 estados ao mesmo tempo? – Imaginemos que no interior da partícula circula energia.. Se a energia circula em uma única direção, apuramos que a partícula está em um único estado. Sabemos que uma partícula não tem forma definida. Para facilitar o raciocínio admitamos que a partícula seja esférica. Dividamos a esfera-partícula em 4 faixas. Na primeira, próxima ao extremo “polar” superior, o fluxo energético gira de baixo para cima. Na próxima faixa, o fluxo energético gira de cima para baixo. Na faixa seguinte, da esquerda para a direita. Na última, próxima ao extremo “polar” inferior, da direita para a esquerda. Então dizemos que a partícula está em 4 estados ao mesmo tempo. Isto parece loucura!! – Analisar um fenômeno destes através de mecânica curriqueira (uma verdadeira mecânica de carroça).

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  202. Ênio Del Grossi

    No comentário anterior errei ao apresentar recurso matemático. Corpo com massa 60 a 240000 km/segundo – com a fórmula aplicada obtém-se 0,6. Então 60 dividindo-se por 0,6 obtém-se o resultado 100. Segundo a unanimidade a massa passa de 60 para 100. Mas os físicos não suspeitam que o aumento de massa implica em chegada abrupta de massa-energia vinda de todos os lados, o que resulta em colisão. Então acrescento ao cálculo: o resultado 100 multiplicado pela raiz quadrada de 0,6 = 77,4596 = massa do corpo acelerado a essa velocidade. Mas o cálculo convencional indica que a massa passa de 60 para 100. Enfim às duras penas consegui um padrão matemático que consegue satisfazer (ou enganar!!). No caso do fóton temos um minúsculo número dividido por zero e o resultado é i (número imaginário infinitivamente grande, um número complexo). Então a massa do fóton tende ao infinito. Isso implica em vinda de modo abrupto de massa-energia de todas as direções, o que implica em violentas colisões. Tais colisões provocam o afastamento de toda a massa-energia, deixando o fóton sem massa. Então n dividido por zero = i que é multiplicado pela raiz quadrada de zero. O resultado é ZERO. Se um corpo acelerado tem sua massa aumentada existe um mecanismo que leve a isso. Sem mecanismo trata-se de uma física que se envolve em mágicas.

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  203. Ênio Del Grossi

    Como demonstrar matematicamente o problema do fóton? – Suponhamos um corpo com massa 60 acelerado a 240000 km/ segundo. Ao aplicarmos a fórmula conseguimos o valor 0,6. Então dividindo-se 60 por 0,6 obteremos 100. Mas para variar de 60 para 100 implica-se uma chegada de massa-energia de todos os lados. Os físicos não suspeitam de colisão. Como posso calcular? 100 – 60 = 40. Façamos 40 x 0.6 = 24 Então vou acreditando que a massa desse corpo acelerado chegue a 84 (60 +24= 84), mas cálculos convencionais dizem que a massa chega a 100. No caso do fóton temos um número minúsculo dividido por zero. Isso resulta em i (um número infinitivamente grande). Infinito subtraído dum número pequeno, mas multiplicado por zero, obteremos o resultado ZERO. Então a massa do fóton que deveria ser infinitivamente grande passa a ser ZERO. Mas para essas coisas acontecerem se faz necessário um mecanismo que nos leve a esse resultado. Não pode haver mágica. Mas se um corpo acelerado ganha massa, deve haver um mecanismo para que isso aconteça. Caso contrário continuamos a acreditar em mágicas.

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  204. Ênio Del Grossi

    Exemplificando melhor: temos o encontro entre um pósitron e um elétron. Segundo os físicos isto resulta da equação (+1) + (-1). Mas acredito que o desaparecimento de ambos se dê por causa de violenta colisão entre ambos e ambas as partículas se esfacelam. No lugar delas sobrou um fóton. Mas fóton é partícula sem massa. Existe explicação? – Quanto mais se aproxima da velocidade da luz a massa do corpo acelerado vai aumentando. A velocidade do fóton é a velocidade da luz. Então sua massa tende a ser infinita. Para tal se faz necessária a entrada de massa-energia por todos os lados. Só que a chegada de massa-energia se processa de forma violenta ocasionando colisão que provoca o afastamento, deixando a partícula completamente sem massa.

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  205. Ênio Del Grossi

    Acabei adquirindo um outro conceito de matéria e antimatéria. O esquema conhecido é o jogo matemático: (+1) + (-1)= 0. Mas o que acredito é que ambas se anulam por causa do choque mecânico que provoca o esfacelamento de ambas as partículas. Então só resta um fóton após esse encontro. Mas o fóton é partícula sem massa. Como explicar? A velocidade do fóton é a velocidade da luz. A massa tende a crescer infinitivamente Então a energia que vem de todos os lados para o fóton para torná-lo com suposta massa infinita implica em forte colisão(vem energia de todas as direções). Essa forte colisão provoca o afastamento de toda massa-energia do fóton. Assim essa partícula se apresenta sem massa. O que se sabe é que, quanto mais se aproxima da velocidade da luz, aumenta-se cada vez mais a massa do corpo acelerado e, no caso do fóton a formação dessa super-massa implica em violenta colisão de massa-energia e consequente afastamento, deixando a partícula sem massa. Então a Física que acabo propondo é uma loucura, é algo desvairado. Paro por aqui antes que transformemos o mundo em Hospício Global!!!…

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  206. Ênio Del Grossi

    Adquiri um outro conceito de Física. Até agora ninguém observou pacientemente um cavalo puxando uma charrete. O animal EMPURRA a colheira para conseguir movê-la. Se não empurrar, a charrete não sai do lugar. Comecei a perguntar durante algum tempo: – Estou puxando ou empurrando para cá? Incrível! Isso não é relativo. É absoluto. Qualquer que seja a posição do observador, o cavalo sempre empurra para poder puxar. Este é o ponto de partida para minha concepção de Física. Percebi que esta é uma lei universal. Ela vigora em todos os setores do Cosmo. Assim todo e qualquer vetor apenas empurra. Somente empurra. Um suposto vetor de atração esconde em si uma força que empurra. Quando se puxa qualquer coisa, algo é empurrado para que se possa puxar. Concluímos então que toda e qualquer força só age empurrando. Apenas empurrando. Isso nos dá margem para suspeitar que ENERGIA atua apenas empurrando. Então concluo que todo e qualquer fenômeno depende de um mecanismo lógico para que possa ocorrer. Gravitação, atração-repulsão, inércia, interferências e ressonância dependem de um mecanismo para ocorrer. Quando estiver em condições financeiras adequadas para investir num livro a respeito disto, terei grande dificuldade para explicar o mecanismo que provoca diversos fenômenos. Mas a teoria a ser demonstrada é simples:- toda e qualquer força só age empurrando e ENERGIA sé atua empurrando. Apenas empurrando. E não existe atração mágica.

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  207. Ênio Del Grossi

    Meu conceito de Física é outro. Nunca vi alguém observar pacientemente ou cavalo puxando uma charrete. Com pouco esforço percebe-se que o animal empurra a colheira para mover a charrete. Na verdade, ele a leva no peito. Se não empurrar, a charrete não sai do lugar. Enfim, quando se puxa algo, alguma coisa se empurra para que se possa puxar. Isso não é relativo. É absoluto. Não importa a posição do observador: o cavalo sempre empurra para que se possa puxar. Afinal estou puxando ou empurrando para cá? Se Isaac Newton observasse por uns cinco minutos um burro puxando uma carroça, a Mecânica Clássica seria um pouco diferente. Seriam abertas outras portas para outros pensadores como Poincaré, Einstein, Tesla, César Lates e até mesmo Stephen Hawking. O que apurei é que todo o vetor só age empurrando. Um suposto vetor de atração oculta em si uma força que empurra. Com isso percebi que pensadores supostamente céticos e racionais acreditam em mágica. Mas existe mágica na ciência? Quando estiver em condições financeiras para escrever um livro sobre o tema terei grande dificuldade para explicar o mecanismo que provoca a ocorrência de cada fenômeno. Eletromagnetismo, gravitação, atração-repulsão, interferências, ressonância, inércia, todos estes fenômenos são provocados por um mecanismo lógico. Inércia não é uma lei mágica. Um mecanismo provoca a sua ocorrência. Não posso admitir uma inércia mágica. Se você não está puxando, mas empurrando para cá, pergunto: afinal essa é a lei que anima o cosmo? Pelo que apurei, é uma lei universal. Em todos os pontos do Cosmo ela vigora.

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  208. Scaicowald

    Belo e didático texto. No campo da Filosofia estou convicto de que o caminho está aberto para a teoria do Dimensionalismo, baseada na matriz ontológica 2 X 2 de ordem versus modo, criada por Scaicowald, prestes a ser divulgada.

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