Traduzir-se (4)
(Poema em Várias Vozes)
Dizem que finjo ou minto tudo o que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto com a imaginação: o poeta é um fingidor, finge tão completamente… não sou alegre… nem sou triste…
Sigo fazendo a minha parte: tocando a lira, sem muito alarde – cruzando as noites de tempestades; mas, mesmo tocando a lira (destemperada), épico, não consigo deixar de ser dramático. Continue lendo
Acrisart-O Navegante
Traduzir-se (5)
Crepúsculo Espiritual
Luzes coloridas de led
cintilam nas bolinhas
e pingentes.
Ainda na árvore,
dourada e prateada,
presentes com cartões.
O canto do galo
aproxima-se. Continue lendo
Traduzir-se (6)
Acrisart-Feel so Close
Ex-My Love
Acrisart-Romeo And Juliet
Traduzir-se (7)
(Poema em Várias Vozes)
Mística mulher. A metafísica te concebeu? Ou será eu, que imagino e és uma qualquer. Pareces ser do céu, ou serás de um bordel? Mas és tão real. Travo durante minutos, somente para contemplar tua misteriosa e infinita beleza; e, confesso, não consigo apagar teu rosto do screensaver da minha mente. Continue lendo
Espelho D’água
acristino
O apito do trem por detrás da serra
Anunciava a noite bem-vinda à Terra
Eram ondas que fazem serestas no ar
Era a brisa levando segredos ao mar
Cada estrela no céu eram pingos do sêmen
Que provocavam em seu corpo
Desejos ardentes Continue lendo
Modelagem
Nova Poética
Manuel Bandeira
Vou lançar a teoria do poeta sórdido.
Poeta sórdido:
Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida.
Vai um sujeito. Continue lendo