Exéquias

De joelhos aos teus pés, oh doce infanta
Trago-te queixa, solidão e pranto
Ao som de samba, rumba e jazz, no entanto
Não mais invocarei-te ó musa errante.

Imaginei-me bom, culpado sendo
Sem ser amado, fui feliz amante
Daquela cujo nome habita as hostes
celestiais, mas sem nome aqui jamais.

Tão longe de ti estou, e estou tão perto
Tão perto, não importa o quão distante
Porquanto o céu e a terra não se explicam.

A vida inteira pra esquecer-te, ingrata
Minha amada hoje entre hostes celestiais
Ausente do meu mundo a cada instante.

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Publicado 09/06/2015 por acristino na categoria "BrancaFlor

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